31 de dezembro de 2025

A trilha sonora do meu 2025 | RETROSPECTIVA 2025


  É sempre bom lembrar que:

  1. Não escutei todos os lançamentos de 2025;
  2. O post é sobre o que eu escutei em 2025 e, por isso, irá incluir coisas que não foram lançadas durante o ano;
  3. As categorias estão diferentes das edições anteriores. Algumas sumiram, outras surgiram e algumas foram modificadas.

ARTISTAS:


Escutei pouco, mas gostei e deveria ter prestigiado mais:
Miley Cyrus
A descoberta do ano: Ghost
A grata surpresa do ano: Blackmore's Night
O reencontro do ano: Ed Sheeran 
Finalmente entendi o hype: Gracie Abrams
A voz do ano: Tobias Forge
A banda do ano: Ghost

Bate-bola das músicas:


A primeira música do ano (ritual do shuffle): Blue Denim (Stevie Nicks)
A música do ano: Peacefield (Ghost)
A mais tocada durante o ano: Square Hammer (Ghost)
A favorita: Respite On The Spitalfields (Ghost)
Clássicas do rock que só aconteceram na minha vida em 2025: Poison (Alice Cooper); Rainbow in The Dark (Dio); Love Gun (Kiss); Dancin' in the Ruins (Blue Öyster Cult), The Unforgiven (Metallica)
A power ballad sentimental do ano: Guiding Lights (Ghost)
O cover do ano: Nothing Breaks Like a Heart (Damiano David)
Os covers que não foram lançados em 2025, mas que amei conhecer: Diamonds and Rust (Blackmore's Night); Poison (Exit Eden); Stay (feat. Patrick Wilson) (Ghost); Rainbow Blues (Blackmore's Night)
Grata surpresa do ano: I Want It That Way - Alternate Lyrics (Backstreet Boys)
Resgatada pelo shuffle: Cast No Shadow (Oasis)
Troféu Taylor Swift 2025: Ruin The Friendship
Troféu Algoritmo: Moskau (Dschinghis Khan) *
Troféu anos 80: Throwing It All Away (Genesis)
Troféu conheci ouvindo rádio em 2025: It's A Mistake (Men At Work); Good News (Shaboozey)
Músicas lançadas em 2025 e que amei ouvir: Satanized (Ghost); Lachryma (Ghost); Umbra (Ghost), The Fate of Ophelia (Taylor Swift); Elizabeth Taylor (Taylor Swift)
Músicas que não são de 2025, mas que amei conhecer esse ano: Griftwood (Ghost); Witch Image (Ghost); Year Zero (Ghost); Cirice (Ghost); Way to Mandalay (Blackmore's Night); You Are My Love (Liverpool Express); Zenith (Ghost); Risk (Gracie Abrams); Let It Happen (Gracie Abrams); Tough Love (Gracie Abrams); Afterlife (Avenged Sevenfold); Just Call My Name (I'll Be There) (Blackmore's Night)
Músicas que já faziam parte da trilha sonora da minha vida, mas que foram bem marcantes de 2025 mais uma vez: (Don't Fear) The Reaper (Blue Öyster Cult); Mama I'm Coming Home (Ozzy Osbourne); The Tortured Poets Department (Taylor Swift); No One Like You (Scorpions)


ÁLBUNS:

Achei que ia amar, mas foi só ok: Play (Ed Sheeran, 2025)
Gostei bastante, mas sinto que deveria ter ouvido mais: Ghost of a Rose (Blackmore's Night)
O álbum que não foi lançado em 2025, mas ouvi bastante durante o ano e virou favorito: IMPERA (Ghost, 2022)
Álbum de 2024 que só aconteceu na minha vida em 2025: The Secret of Us (Gracie Abrams)
São questões: The Life of a Showgirl (Taylor Swift, 2025)
Completamente ignorado por anos para ser apreciado somente em 2025: Strange Desire (Bleachers, 2014)
Aqueles que voltaram para aquecer o meu coração: Battle Born (The Killers, 2012); Speak Now (Taylor's Version) (Taylor Swift, 2023); Look Sharp! (Roxette, 1988)
Álbum de 2025 que não ouvi, mas quero prestigiar em 2026 (espero não esquecer): FUNNY little FEARS (Damiano David); Idols (YUNGBLUD)
Álbum surpresa que me deixou muito feliz: Passiflora (Tobias Forge, 2009)
Os melhores álbuns dos anos 80 que conheci em 2025: Cargo (Men At Work, 1983)
Menções honrosas: Prequelle (Ghost, 2018); Rite Here Rite Now (Ghost, 2024); Meliora (Ghost, 2015)
O álbum do ano: Skeletá (Ghost)

23 de dezembro de 2025

Ghostfied: uma playlist para virar fã de Ghost


#01
Peacefield - Single Version
#02 Rats
#03 Satanized
#04 Mary On A Cross
#05 Cirice
#06 Hunter's Moon
#07 Zenith
#08 Year Zero
#09 Faith
#10 He Is
#11 Darkness At The Heart Of My Love
#12 Guiding Lights
#13 Absolution
#14 Call Me Little Sunshine
#15 Marks Of The Evil One
#16 Square Hammer
#17 Griftwood
#18  Witch Image
#19 Lachryma
#20 Spillways
#21 Kiss The Go-Goat
#22 Dance Macabre
#23 Hanging Around
#24 Stay (Feat. Patrick Wilson)
#25 The Future Is A Foreing Land
#26 Pro Memoria
#27 Bible
#28 Umbra
#29 Life Eternal
#30 Respite On The Spitalfields

22 de dezembro de 2025

As músicas que (talvez) mais ouvi em 2025 | RETROSPECTIVA 2025


Fiz uma anotação no meu planner no dia primeiro de janeiro sobre finalmente ter descoberto o nome dessa música, que viveu rent free na minha memória por anos. Desde então, devo ter escutado todos os dias; o que fica evidente pelo fato de ter sido a música mais tocada de 2025.

Descobri essa por acaso, quando fui procurar a versão original no Spotify. A capa do álbum chamou minha atenção pela aesthetic meio celta, conto de fadas, folk, etc. Ouvi a música e simplesmente amei e, claramente, ouvi bastante. Ela é também a responsável por introduzir o Blackmore's Night à trilha sonora da minha vida.

Como desde que criei essa categoria da retrospectiva musical anual tem a regra de não poder repetir o artista, não pude colocar a versão original do Ghost, que é a versão de Life Eternal que mais ouvi em 2025; contudo, esse cover ficou em loop por algumas semanas no início do ano e acho que é justo que tenha o seu momento de destaque na retrospectiva. Covers à parte, essa música é uma das melhores criações de Tobias Forge.

Seguindo na temática não intencional de covers, aqui temos mais um que marcou meu ano. Conheci em 2024, mas essa versão brilhou mesmo foi em 2025. O que mais gosto nela é que ela virou algo próprio, mas sem descaracterizar ou desrespeitar a versão original. E a vibe épica é tudo de bom.

Esse é o último cover da lista, prometo. Basicamente a mesma situação que aconteceu com Life Eternal; o cover da música do Alice Cooper ficou em loop por semanas na trilha sonora da minha vida e nem preciso explicar muito o porquê, já que é excelente. Adoro quando artistas fazem covers bons que não se tornam cópias opacas das versões originais, mas também não soam como algo completamente novo. Essa música é isso.

Demorei para me apaixonar pela Gracie, mas agora ela já é a nova dona da posição sad girl vibes na trilha sonora da minha vida. O que mais gosto nas músicas dela é a vulnerabilidade e a honestidade, mesmo que isso possa fazer com que ela soe meio desesperada ou doida em alguns momentos. Gracie é verdadeira com seus sentimentos e os expressa de forma encantadora. Não sabia qual de suas músicas havia tocado mais no meu 2025, mas gostei de descobrir que foi Risk, já que essa foi uma das minhas primeiras favoritas do álbum mais recente.

Que a Taylor Swift é uma gênia da categoria singer/songwritter não é surpresa para ninguém, mas com essa música ela se superou. Sou completamente apaixonada por Would've Could've Should've desde o seu lançamento, em 2022, e com o passar dos anos, ela se torna cada vez mais impactante. O que mais se destaca para mim é como a música evidencia o quão profundas podem se tornar as raízes de um trauma e que, mesmo após mais de uma década, as marcas ainda estão vivas. A letra God rest my soul, I miss who I used to be é de partir o coração. Eu odeio demais o John  Mayer.

Olha, não sei como eu vivi tanto tempo ignorando Bleachers, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo. Não ouvi nada além do álbum de estreia e prefiro seguir assim por um tempo, já que dessa forma posso degustar a discografia aos poucos. Me apaixonei por Strange Desire logo que ouvi pela primeira vez e Reckless Love foi aquela que ficou na cabeça por causa do refrão marcante.

Em 2025 eu voltei a ouvir rádio e essa belezinha é um oferecimento da programação da Classic Pan FM. Lembro de ter começado a ouvir e achar algo familiar, mas sem conseguir reconhecer imediatamente. Aí, com a ajuda do Shazan (eu amo esse app), descobri que era do Men At Work, banda que conheço pouquíssimo mas considero pakas. Por causa dessa música, ouvi o álbum inteiro e amei. Ah, os anos 80!

Um oferecimento do subreddit Ghost B.C., no qual alguém fez um post perguntando quais músicas seriam interessantes em versões covers do Ghost e algum usuário sugeriu essa joia da discografia do BÖC. Fui ouvir e acabei encontrando uma das minhas músicas favoritas do ano. Aliás, por causa disso, decidi que preciso ir além na discografia da banda, já que conheço pouco e o maior sucesso da carreira deles é, provavelmente, a minha música favorita da vida toda ((Don't Fear) The Reaper).

Não tenho nem o que dizer, basta sentir. Que música!


20 de julho de 2025

The 80's Nostalgia - Vol. 4: voltei com mais vinte músicas para sentir saudades da década que não vivi, mas considero pakas


#01 Cherri Cherri Lady - Modern Talking
#02 You Can Do Magic - America
#03 Stuck With You - Huey Lewis & The News
#04 Hold Me - Fleetwood Mac
#05 Stay on These Roads - a-ha
#06 Save a Prayer - Duran Duran
#07 Billie Jean - Michael Jackson
#08 It's a Mistake - Men At Work
#09 Throwing It All Away - Genesis
#10 Young Hearts - Commuter
#11 Running Up That Hill (A Deal With God) - Kate Bush
#12 A Matter of Feeling - Duran Duran
#13 Like a Prayer - Madonna
#14 She Drives Me Crazy - Fine Young Cannibals
#15 We Don't Need Another Hero - Tina Turner
#16 I Won't Back Down - Tom Petty 
#17 Down Under - Men At Work 
#18 Valerie - Steve Windwood
#19 Harden My Heart - Quarterflash
#20 Stay The Night- Benjamin Orr

17 de julho de 2025

Krampus - O Senhor do Yule (Brom)

Não consigo me lembrar quando foi que ouvi falar pela primeira vez deste livro, mas foi antes da edição brasileira sair pela Darkside. Aí, quando ela finalmente foi lançada, corri para comprar o quanto antes e... deixei o livro me esperando na estante até o fim do ano passado, quando comecei a ler. 

Por conta das 400 e poucas páginas e o meu novo ritmo (lento!) de leitura, só devo ter concluído na metade de janeiro. O fato de eu ter perdido o interesse ao longo da leitura também deve ter contribuído para isso. Em todo caso, depois de muito enrolar, decidi dedicar um post à experiência com esse livro. Depois de todos esses meses, não sei se terei muito para acrescentar, mas acho que vale a tentativa (e o registro).



Sobre o que é
Dois personagens - um humano (Jesse) e um deus nórdico (Krampus, o Senhor do Yule) - tentando recuperar o que perderam e que é o mais importante em suas vidas. É sobre mudanças, traumas, segundas chances, perdão. É sobre buscar um passado que já não existe mais. Talvez seja um pouco sobre aceitação também e, definitivamente, é sobre vingança.

O que mais gostei?
A maneira como o livro começa e vai, aos poucos, envolvendo o leitor na história e em sua atmosfera, assim como os dramas dos personagens principais. Também gostei de como elementos da mitologia nórdica (sobre a qual pouco sei) são introduzidos e adaptados na história e seu contexto nos dias atuais. A narrativa é descritiva na medida certa e veloz, o que faz a leitura parecer cinematográfica - aliás, acho que uma adaptação poderia ser interessante. As ilustrações são um ponto positivo também, são bem bonitas.

O que não gostei?
A quantidade excessiva de páginas. Em determinado ponto, a história parece se perder e a se arrastar, o que me fez perder o interesse. Também fiquei com a impressão de que o autor tentou contar duas histórias e ambas acabaram prejudicadas. Talvez, o melhor tivesse sido usar as ideias em obras separadas. A enrolação para chegar a algum ponto também me fez cansar dos personagens, de forma que até os dramas deles deixaram de ter algum peso para que eu me sentisse motivada para seguir na leitura. No fim, o tédio e desinteresse foram tantos que simplesmente abandonei o livro e decidi pesquisar spoilers na internet. Não me arrependo da decisão, pois teria me frustrado igualmente (possivelmente, até mais) se tivesse chegado ao final da história por meio da leitura propriamente dita das páginas.

Recomendo para quem?
Pessoas que já conhecem e gostam do trabalho do autor. Pessoas que gostam de obras de Neil Gaiman, Joe Hill e Stephen King. Mas, com base na minha pouca experiência com esses autores, diria que suas obras são melhores que Krampus - O Senhor do Yule.

Considerações finais
Se você se interessou por este livro porque gosta de terror e pensou que uma história sobre Krampus poderia ser uma boa opção, saiba que o aspecto mais assustador do livro é a capa. É uma ótima capa, sem dúvidas, mas é só isso mesmo. Acho que o livro tem mais um estilo de thriller e filme de ação.

Nota: ⭐⭐ ½