20 de novembro de 2018

The 80's Nostalgia - Vol. 2: mais músicas para sentir saudades da década que não vivi, mas considero pakas


#01 Be With You - The Bangles
#02 New Sensation - INXS
#03 Somebody's Watching Me - Rockwell (com participação de Michael Jackson)
#04 Run To You - Bryan Adams
#05 Seven Wonders - Fleetwood Mac
#06 The End of Innocence - Don Henley
#07 Listen To Your Heart - Roxette
#08 Straight Up Paula Abdul
#09 Behind the Mask - Greg Phillinganes
#10 Shattered Dreams Johnny Hates Jazz
#11 La Isla Bonita Madonna
#12 Uptown Girl Billy Joel
#13 Glory of Love Peter Cetera
#14 Heaven is a Place on Earth - Belinda Carlisle
#15 Wouldn't It Be Good - Nik Kershaw
#16 Beds Are Burning - Midnight Oil
#17 Got My Mind Set On You - George Harrison
#18 Learning To Fly - Pink Floyd
#19 Isn't It Midnight - Fleetwood Mac
#20 Smooth Criminal - Michael Jackson

14 de novembro de 2018

A Incendiária (Stephen King) • BOOK REVIEW




A Incendiária foi publicado em 1980 e é um dos primeiros livros de Stephen King. Depois de anos esgotado aqui no Brasil, a Suma o trouxe de volta em 2018 com uma nova tradução e uma bela edição.

Apesar de o autor ser normalmente associado ao gênero terror, em  A Incendiária temos um suspense com ficção científica. Logo no início, somos apresentados à Vicky e Andy, um casal de universitários que resolve participar de forma voluntária de um experimento de uma organização secreta do governo chamada "a Oficina". Como resultado, os dois obtém habilidades psíquicas. Anos mais tarde, Charlie, a filha dois dois, nasce com um poder perigoso e incontrolável de fazer fogo com a mente. 

Não demora muito para que o governo demonstre interesse pela garota, com o intuito de usá-la como arma militar. Assim, o que acompanhamos durante a leitura, é a constante e desesperada fuga de Charlie e seu pai, que percorrem os Estados Unidos em busca de segurança. 

Analisando bem, acho que dá para dizer que o livro é dividido em duas partes principais e confesso que perdi um pouco de interesse durante trechos da primeira parte em que senti que a narrativa perdeu um pouco do ritmo, tudo ficou meio parado e nada parecia acontecer. Era uma perseguição sem fim. Porém, fui pega de surpresa quando, lá pela metade, a história tomou um rumo diferente e fiquei bem intrigada para saber como terminaria.

Sem sombra de dúvidas, o que mais amei foram os personagens - são todos bem desenvolvidos e com camadas, de forma que se tornam bem reais. Amei observar (ou seria assistir? Stephen King escreve de forma bem visual, rs) o amadurecimento de Charlie ao longo da história. Andy também é um personagem bem intrigante, adorei sentir o seu desespero para tentar salvar a filha (eu sei, que coisa horrível de dizer, mas essa e só mais uma prova de que Stephen King escreve muito bem). E nem sei o que dizer de Rainbird, além de que ele é fascinantemente medonho e, curiosamente, gostei do personagem; ainda que ele não tenha atributos para ganhar a simpatia de ninguém. Mais uma vez: Stephen King escreve muito bem.

De forma geral, gostei da leitura e recomendo. Porém, com ressalvas. Como mencionei, a leitura perde um pouco do ritmo em alguns momentos, o que pode ser um pouco entediante. O desfecho é satisfatório, apesar de previsível; ainda assim, não é um aspecto que tire o brilho do livro como um todo. Então, meu conselho é que tenham paciência e foquem mais no desenvolvimento dos personagens. Ah, acho que a leitura pode interessar aqueles que, como eu, adoram Stranger Things e não aguentam mais de saudades da série! 

Também quero destacar essa edição da Biblioteca King lançada pela Suma, que está muito caprichada. Além de capa dura e um design de páginas que remetam à ideia de papel pegando fogo, ela traz um posfácio assinado pelo autor e um texto de apoio de Grady Handerson, que tornam a experiência de leitura mais rica. A tradução é de Regiane Winarski, que também merece elogios!
Esse é seu grande defeito. Você olha e vê um monstro. Só que, no caso da garota, um monstro com utilidade. Talvez seja porque você é um homem branco. Homens brancos enxergam monstros por toda parte.

20 de outubro de 2018

Are you ready for it?: uma playlist atualizada com as minhas músicas favoritas da Taylor Swift


#01 ... Ready For It?
#02 I Did Something Bad
#03 Blank Space
#04 Haunted
#05 I Knew You Were Trouble
#06 Should've Said No
#07 I Wish You Would
#08 You're Not Sorry
#09 Red
#10 Teardrops on my Guitar - Pop Version
#11 Don't Blame Me
#12 Wildest Dreams
#13 All Too Well
#14 We Are Never Ever Getting Back Together
#15 Sparks Fly
#16 Gorgeous
#17 Wonderland
#18 Enchanted
#19 Love Story
#20 Mine - Pop Mix
#21 Style
#22 Welcome to New York
#23 22
#24 A Place in This World
#25 New Romantics
#26 Delicate
#27 Out of the Woods
#28 Getaway Car
#29 Call It What You Want
#30 Bad Blood
#31 This Is Why We Can't Have Nice Things
#32 Shake It Off
#33 Long Live



***

Observação (14/10/20): essa é a segunda versão da minha playlist de músicas favoritas da Taylor Swift. Se a memória não falha - e os dados do Last.FM e do Spotify me ajudaram -, comecei a mudar a playlist anterior em outubro de 2018, mas a versão do post ficou desse jeito já no início de 2019. Na época, o reputation era o álbum que eu mais ouvia e a Taylor dessa fase era a minha preferida. Assim, destaquei as minhas faixas preferidas do álbum, assim como as novas favoritas dos álbuns anteriores.

Analisando as estatísticas do meu Last.FM | Boletim Musical #02

Hoje resolvi escrever por aqui para registrar mais um boletim musical. Gostaria de dizer que o post de hoje trará algo de diferente, mas novamente irei analisar as informações que o Last.Fm me oferece. Vamos aos dados da minha vida musical nos últimos dois meses. 😃

ARTISTAS:

  1. Scorpions
  2. Michael Jackson
  3. Taylor Swift
  4. The Weeknd
  5. Shawn Mendes
  6. Paul McCartney
  7. Liam Gallagher
  8. James Bay
  9. Kid Abelha
  10. Ariana Grande
Não é surpresa que os Scorpions estejam em em primeiro lugar, já que tenho a impressão de que tenho escutado as músicas da banda há uma eternidade, mesmo que seja só desde agosto (convenhamos que desde então é como se o tempo tivesse quase parado, né?). Tenho certeza de que serão eles os donos do troféu de banda do ano na edição 2018 do retrospectiva musical. Entre os outros artistas, quero destacar o Paul McCartney, que lançou álbum novo em setembro e eu escutei bastante nas semanas seguintes. Como encontrei meu CD do acústico do Kid Abelha, a banda tem me feito companhia como som ambiente enquanto trabalho ou organizo alguma coisa. Por fim, acho válido destacar o Liam Gallagher. Eu tenho escutado o álbum solo dele nos últimos dias, mas não sabia que tinha sido tanto para entrar em um top 10. No mais, tá tudo bem coerente com meu gosto musical mais recente.

ÁLBUNS:

  1. MTV Unplugged - Live in Athens (Scorpions, 2013)
  2. Born To Touch Your Feelings (Scorpions, 2017)
  3. reputation (Taylor Swift, 2017)
  4. Shawn Mendes (Shawn Mendes, 2018)
  5. Starboy (The Weeknd, 2016)
  6. Egypt Station (Paul McCartney, 2018)
  7. As You Were (Liam Gallagher, 2017)
  8. Acústico MTV: Kid Abelha (Kid Abelha, 2002)
  9. Electric Light (James Bay, 2018)
  10. Michael (Michael Jackson, 2010)

Como disse, Scorpions se tornou a banda da minha vida no momento e nenhum disco tem sido tão minha trilha sonora quanto o MTV Unplugged - Live in Athens (2013). É uma delicinha do começo ao fim, deixo tocar em loop. E, para dar uma variada, escuto também a coletânea Born To Touch Your Feelings (2017). O novo disco do Shawn Mendes continua encantando meu coração e eu tô bem apaixonadinha pelas músicas do moço. E a grande surpresa é o primeiro disco póstumo do Michael Jackson, lançado em 2010. Fazia anos que não escutava inteiro, incluindo as faixas fakes, e fiquei feliz por perceber que continuo gostando, ainda que tenha algumas questões (Sony, eu tô olhando pra você!). Também voltei a escutar o Electric Light (2018), do James Bay, e a única razão que encontro para ter escutado pouco é que não tenho me sentido muito ~rockeira em 2018 e esse trabalho recente tá mais do rock. 

FAIXAS:

Still Loving You - Scorpions
Dancing With The Moonlight - Scorpions
Wind of Change - Scorpions
Born To Touch Your Feelings (MTV Unplugged) - Scorpions
In Trance (MTV Unplugged) - Scorpions
The Best Is Yet To Come (MTV Unplugged) - Scorpions
Born To Touch Your Feelings (MTV Unplugged - Studio Edit) - Scorpions
Send Me An Angel (Acoustic Version 2017) - Scorpions
Can't Love Without You (MTV Unplugged) - Scorpions
Delicate - Taylor Swift


A única surpresa por aqui é Delicate, que eu gosto, mas não sabia que gostava tanto assim, mesmo sendo uma das mais gostosinhas do reputation (2017). De resto, só temos Scorpions e todas as músicas que aparecem na lista recebem um seems legit de minha parte, pois só de ler os títulos já começo a cantarolar trechos. As minhas preferidas são In Trance, que não conhecia até este ano, e Still Loving You, que nunca valorizei muito, mas agora amo demais, amo intensamente, amo para sempre. Power Ballad da maior qualidade! 

1 de outubro de 2018

TRILOGIA: A Rebelde do Deserto (Alwyn Hamilton) • BOOK REVIEW


A série de A Rebelde do Deserto é uma das que mais gostei de acompanhar nos últimos anos. Normalmente, espero as séries serem concluídas antes de me arriscar na leitura, mas nesse caso não resisti e comecei a ler em 2016, quando o primeiro livro foi lançado. Desde então, foi difícil aguentar até que os próximos livros fossem lançados e mais difícil ainda foi me despedir da história.

Aqui temos uma história de fantasia ambientada em um universo marcado pela magia dos gênios. Amani, a protagonista, vive na Vila da Poeira, um lugarzinho no meio do deserto de Miraji bastante impiedoso para qualquer pessoa, mas particularmente péssimo para uma garota pobre e órfã. Suas perspectivas de futuro apresentam duas possibilidades: um casamento forçado, no qual será condenada à uma vida de submissão, ou ir embora da Vila da Poeira antes disso. De forma meio inesperada, e com a ajuda de um misterioso forasteiro que chega na cidade (Jin❤), ela consegue escapar em um cavalo mágico. E o que se segue é uma trama repleta de aventura, ação, magia, reviravoltas e romance.

O primeiro livro - A Rebelde do Deserto - funciona mesmo como uma introdução ao universo criado por Alwyn Hamilton, pois mesmo que o leitor perceba que há muito mais acontecendo do que o que Amani vê, alguns pontos não ficam muito claros e ao fim da leitura, restam dúvidas. Principalmente em relação à situação política de Miraji, que é governada por um Sultão que, além de precisar lidar com ameaças estrangeiras, enfrenta uma forte oposição de um grupo de rebeldes. Ainda assim, como a primeira parte de uma história, o livro funciona muito bem e deixa o leitor bem empolgado para ler a continuação - tem uma super reviravolta no final! 

Em A Traidora do Trono, a história avança e, ao contrário do que costumo achar dos segundos livros, este aqui é realmente necessário. As explicações surgem aos poucos, a trama política fica ainda mais interessante e os personagens ganham ainda mais camadas conforme acompanhamos seus desenvolvimentos. A Amani está incrível nesse livro e, por causa disso, comecei a considerá-la uma das minhas heroínas preferidas em histórias de fantasia. Ah, os aspectos mágicos também ganham mais destaque, aprendemos mais sobre os gênios e outras criaturas que habitam esse universo. O final é de tirar o fôlego, cheio de ação, mais reviravoltas! e, claro, um enorme gancho para deixar o leitor com o queixo no chão, desesperado pela próxima parte. 

Por fim, em A Heroína da Alvorada, encontramos o desfecho dessa história maravilhosa e, de minha parte, digo que não poderia pedir por algo melhor do que o final que a autora nos deu. Aqui ela conseguiu juntar tudo de melhor dos livros anteriores e multiplicou tudo, de forma que encontramos uma história muito intensa, cheia de mistérios, mais reviravoltas e muita, muita ação. Tudo fica bem amarradinho e, realmente, não tenho do que reclamar. É surpreendente e emocionante e eu vou ficar com muitas saudades dessa história. 

Recomendo para todos que gostam de histórias de fantasia envolventes, com um universo cheio de lendas e personagens cativantes. 😉