30 de novembro de 2024

Algumas leituras que fiz nos últimos tempos (parte 1): as leituras de 2022 & 2023 | RETROSPECTIVA 2022 & RETROSPECTIVA 2023

Mesmo faltando um mês para o ano acabar, eu já considero este ciclo encerrado e estou pensando em retrospectivas e listas de favoritos (livros, músicas, stationary, etc.) e objetivos para o ano que vem. Como ainda estou concluindo as minhas leituras de 2024, vou esperar para falar de tudo de uma vez. Então, neste post vou falar brevemente sobre o que li nos últimos tempos (leia: antes de 2024, mais especificamente nos anos 2022 e 2023, já que só fui leitora de verdade até 2021, rs). 


The Neverending Story (Michael Ende) | ★★★★★ ❤
Foi uma releitura de um dos meus livros favoritos da vida, lido pela primeira vez quando eu tinha 14 anos. Gostei de perceber o quanto da história permanecia viva em minha memória e o quanto foi redescoberto. Dessa vez, o que mais chamou a minha atenção foi a segunda parte, que é bem mais profunda e complexa do que meu eu adolescente percebeu. Como parte dessa releitura ocorreu durante a primeira etapa da minha super ressaca literária, a impressão é de ter perdido alguns detalhes. Mas não é nada que não possa ser corrigido em uma próxima releitura.

Tales From The Shadowhunter Academy (Cassandra Clare & outros autores) | ★★★★★
O universo Shadowhunter é um dos meus favoritos na literatura e eu adoro acompanhar as histórias e os personagens. Neste livro, o foco é no Simon e suas experiência na academia dos Caçadores de Sombra. É um livro de contos e gostei desse aspecto; gostei também de conhecer novos personagens e reencontrar outros, além de já ter uma prévia dos temas abordados nos próximos livros das séries (spoiler: já comecei Os Artifícios das Trevas). Simon é um personagem que foi me conquistando conforme eu avançava na leitura dos livros e achei justo que ele tivesse o protagonismo neste volume que funciona como uma ponte entre a série original e a sua continuação.

Depois (Stephen King) | ★★★
Esse livro foi ok, bem o que eu esperava. Não mudou a minha vida, mas foi divertido. Falei melhor sobre ele neste post.

Witch's Canyon (Jeff Mariotte), Supernatural, livro #2 | ★★★
Já faz mais de um ano que li esse aqui e confesso que não lembro de quase nada. A história é curiosa e acho que teria se tornado um dos meus episódios favoritos da série caso houvesse existido neste formato. O que mais gostei foi a ambientação no Grand Canyon.

Horrorstör (Grady Hendrix) | ★★★
Grady Hendrix foi uma das melhores "descobertas" que fiz nos últimos anos e, apesar de não ter achado este seu melhor livro dentre os que eu li, a leitura me manteve interessada do começo ao fim. Achei bem criativa a proposta de história que acontece em uma loja de departamento assombrada. Já me esqueci dos detalhes, mas recomendo mesmo assim. O audiobook é bem legal.

Sem Coração (Marissa Meyer) | ★★★★★ ❤
Provavelmente, o meu favorito dessa lista. Não li muitos retellings na vida, mas sei que esse é um dos meus tipos favoritos de história, principalmente se forem de contos de fadas ou histórias marcantes e bem conhecidas da infância. Aqui, a protagonista é a Rainha de Copas antes de enlouquecer e mandar cortar a cabeça de todo mundo. Adorei a forma como a autora revisita o universo criado por Lewis Carroll deixando tudo bastante familiar e, ao mesmo tempo, trazendo um frescor. O nonsense e o humor já conhecidos e esperados estão presentes e combinam com o romance que é introduzido. Jest <3.

A Casa do Penhasco (Agatha Christie) | ★★★★
Esta leitura é parte do desafio Agatha Christie.
Exatamente o que eu queria e esperava da experiência. Fiquei um pouco decepcionada com a resolução, mas não o suficiente para achar o livro fraco. É difícil eu não gostar de uma aventura com o Poirot.

A Cidade de Vapor (Carlor Ruiz Zafón) | ★★★★
Mais um livro de contos. Aqui o protagonismo é da Barcelona amaldiçoada da série do Cemitério dos Livros Esquecidos. Quase todas as histórias são avulsas e sem relação direta com os livros da série, mas isso não é um problema. Acho que o ponto forte das histórias está na ambientação, na forma como o autor cria uma atmosfera misteriosa e macabra e que parece permear todas as suas histórias. Para ser justa, eu não sou uma grande leitora de contos, normalmente não me conecto com esse tipo de narrativa e não costumo reter muito na memória depois de um tempo. Em todo caso, O Príncipe do Parnaso é o meu favorito.


2 de setembro de 2024

Listen To Your Heart (Roxette, 1988) | SOUNDTRACKS #02


Listen To Your Heart é uma daquelas músicas que, se você foi criança nos anos 90 e ouvia a rádio Alpha FM de São Paulo, você conhece. É o tipo de música que conheço desde que consigo me lembrar; é clássica.

Apesar de ter certeza disso, a memória mais antiga que consigo ter dela é dos anos 2000, mais precisamente de estar assistindo à um DVD que meu pai comprou em uma barraquinha de camelô e que continha uma seleção de flashbacks. Várias daquelas músicas são verdadeiras preciosidades e lembro sempre com carinho.

Acho que é por isso que não consigo dizer muita coisa sobre Listen To Your Heart, a nostalgia que a envolve talvez seja a principal razão de gostar dela e de nunca dar a devida atenção à letra. Mas acho que o refrão é bem direto e enfatiza a mensagem central da música.

E essa música tem toda uma aesthetic que, mesmo sem assistir ao vídeo ou ter acesso à qualquer imagem da dupla Roxette, a gente consegue formar uma imagem na nossa mente. Eu penso em vaporwave e neon. Jaquetas de couro e penteados bem exagerados. Maquiagem escura. É aquela coisa mágica que parece só existir nas músicas dos anos 80.

Da letra, o trecho que mais se destacou para mim agora foi the precious moments are all lost in the tide/ they're swept away, nothing is what it seems/ the feeling of belonging to your dreams.

Antes de escrever o post, fui procurar covers e me lembrei da versão de Glee cantada pela Lea Michele e pelo Josh Groban na 6ª temporada. Ela ficou realmente boa, recomendo bastante. Recomendo também o álbum Look Sharp! (Roxette, 1988). 

Gosto da música e ela certamente merece um espaço na minha playlist de favoritas. Mas ela é a favorita? Não.




1 de setembro de 2024

Sign of the Times (Harry Styles, 2017) | SOUNDTRACKS #01

Há um tempo eu comecei a me perguntar qual seria a minha música favorita e não consegui responder. Acho que gosto de músicas demais para conseguir escolher apenas uma que seja a minha favorita. Ou talvez eu não tenha pensado muito bem sobre o assunto; então eu resolvi criar um desafio para ver se eu descubro, entre as minhas músicas favoritas, qual é a favorita. 

Basicamente, abri a minha playlist de favoritas no Spotify, ativei o shuffle e agora vim aqui registrar alguns comentários sobre as música que saiu. A ideia é repetir o exercício até chegar à alguma conclusão.

Imagem gerada pelo ChatGPT.

A primeira faixa selecionada pelo algoritmo é a belíssima Sign of the Times, do igualmente belo Harry Styles. Desses artistas mais atuais, o Harry é um dos meus favoritos, apesar de eu não me empolgar mais com os lançamentos dele e de não ter parado para dar a devida atenção aos seus álbuns desde o primeiro deles, o homônimo lançado em 2017. Sign of The Times foi o debut solo do Harry, assim como lead singles do álbum.

Gosto da sensação de fim do mundo e apresentada na música e do escapismo apresentado como solução. Lembro daquele ano e a impressão que eu tinha era mesmo a de que o mundo havia se transformado em um caos absoluto e caminhava para o seu inevitável fim. Pensando nos anos que se seguiram, 2017 foi bem inofensivo. De qualquer forma, seguimos vivos e o mundo não acabou. 

Ouvir essa música hoje me faz sentir certa nostalgia em relação à época de seu lançamento e, ao mesmo tempo, um grande alívio por aquela fase agora ser parte do meu passado. Em todo caso, penso com carinho em Sign of the Times e nas lembranças afetivas que ela me desperta.

É a minha favorita da vida toda? Não. Mas acho que é a minha favorita do Harry Styles.





20 de agosto de 2024

Journaling em 2024 até o momento | Journal Chronicles #03

2024 tem sido um ano esquisito para mim no departamento de journaling. Na verdade, acho que é mais que esquisito; na verdade, não tenho sentido muito o hábito na minha vida desde o final do ano passado. Apesar da frequência com que escrevo para mim ter diminuído, ainda consigo manter alguma constância. Até o momento, já preenchi quatro cadernos em 2024. Só que algo está meio travado, meio morno; não tenho sentido aquela empolgação para escrever. Não sei se diria que estou passando por um journaling slump, mas definitivamente estou em uma fase meio sem graça.

Talvez seja apenas o reflexo de como a vida anda no momento? Ou talvez, de como eu acho que ela está andando no momento? Ou talvez seja porque estou vivendo um momento de silêncio e não sei bem como lidar com isso. Estou tão acostumada a estar sempre dialogando comigo na minha cabeça que quando resolvo ficar quieta, acho estranho e começo a pensar que deve ter algo de errado. Mas, sabe, os silêncios são necessários. E isso vai refletir na escrita, no journaling.

Em todo caso, tenho mantido alguma forma de registro como posso. Definitivamente a maior mudança nesse departamento da minha vida foi o abandono do bullet journal. Se não me engano, me mantive firme e forte nessa forma de organização de responsabilidades desde 2018, até que simplesmente não consegui mais suportar a ideia de precisar personalizar as páginas para que elas se adaptassem às minhas necessidades. Acho que esse é o ponto mais legal do método bullet journal e funcionou muito bem para mim durante todos esses anos, mas precisei mudar.

Então voltei para as agendas; neste caso, para uma agenda planner (nem sabia da existência deste conceito) e, mesmo estranhando no início, logo me adaptei. Ainda acho que não tenho necessidade de todas as funcionalidades e certamente algumas seções ficarão em branco até o final do ano, mas devo repetir a experiência em 2025; inclusive, já estou namorando os modelos da coleção da Cícero para o ano que vem. 

Ah, sim, este ano estou usando o modelo Pássaros - Floresta Tropical na cor branca, tamanho A5. Não estou me sentindo muito tropical este ano (aliás, só fui à praia uma vez e foi em janeiro), mas acho essa capa linda e certamente me sinto mais motivada a buscar uma vida organizada toda vez que vejo a capa bonita.

Já o journal da vez é o de número 26! Depois de dois cadernos em tamanho A5 nos quais me senti profundamente intimidada, resolvi mudar para B6. Tive duas experiências com o tamanho em 2022 e minhas boas lembranças ajudaram a tomar essa decisão em abril. Já estou no terceiro nessas medidas e acho que devo seguir assim até o fim do ano, mas nunca se sabe que tipo de mudança posso decidir fazer com a chegada da primavera. 😅

A falta de empolgação se estendeu também para a categoria das canetas, de forma que não saberia dizer se tenho algum tipo de preferência no momento. Na agenda, tenho usado a Pentel Energel retrátil de ponta 0.5 mm na cor navy blue e faço alguns detalhes usando um marcador verde pastel da Cis e também um verde água (turquesa?) pastel da Faber Castell que esqueci de fotografar. No journal, usei um pouco este outro modelo da Pentel Energel, da linha (?) Wave, na cor verde com ponta 0.7 mm e achei a cor bem bonita, mas detestei a falta de conforto proporcionada pela caneta. O pior é que comprei pela Amazon e tive que comprar mais de uma; e comprei da marrom também! 😭

Em algum momento, decidi parar de experimentar com cores e voltei para o preto básico. Usei um pouco essa Oval, da Spiral, que também tem ponta 0.7 mm e gostei de como a cor fica viva no papel e também de como ela é macia para escrever; mas senti que ela passou um pouco para o outro lado e depois de um tempo, começou a falhar. Ainda assim, valeu a experiência. Tenho uma azul também, que terei que usar eventualmente. Depois dessas duas experiências medianas com canetas gel, voltei para as tinteiro. A da vez é um modelo genérico da Lamy Safari que comprei na AliExpress; queria uma em cor pastel e me contentaria com um modelo Jinhao 777, mas como já tenho o trio macaron, fui atrás de outra cor (consumista, eu?) e acabei comprando logo três. A amarelinha é uma graça e a escrita é deliciosa, super macia, parece que está deslizando pelo papel.

Ela é ponta fina, mas acho que é um pouquinho mais grossa que as da Jinhao 777 e isso faz toda a diferença. Comprei também a de cor lilás, que é tão confortável e perfeita quanto a amarela. O mesmo não digo da branca que adquiri na mesma compra. Acho que é sempre uma questão de sorte e azar quando a gente compra esses produtinhos baratos da China. 

Segue abaixo um teste das canetas gel, caso alguém se interesse por esse tipo de coisa.

E por hoje é só! Até o próximo post! 😉


20 de junho de 2024

The road so far #03 • 20/06/2024

Diz o ditado que quem é vivo sempre aparece, então aqui estou! Já faz mais de um ano que fiz um post desse tipo, então é bem provável que a minha memória vai me trair, mas vou tentar fazer o meu melhor nesse resumão da vida até agora. 😅

Vida
Após um semestre estudando Psicanálise, decidi parar. A verdade é que, além de não estar satisfeita com a estrutura do curso e nem com o método, também não acho que estava no momento adequado para embarcar em uma jornada tão profunda e séria como essa. Ainda não decidi como (e se) vou retomar os estudos. 
Boa parte do ano de 2023 foi em reformas aqui em casa. A experiência toda, como é de se esperar, foi caótica e cansativa e, graças à Deus, já passou. Espero não ter que passar por isso de novo tão cedo. Em todo caso, algo de muito positivo saiu dessa experiência: Chico, o gato da família. Durante todos os meses de reforma, o gatinho do novo vizinho resolveu nos visitar e, aos poucos, foi nos adotando. Agora, ele oficialmente mudou de casa e de família e é a alegria de todos nós. Então é isso, agora eu sou gateira e mãe de pet. 😸

Chico, meu gatinho gostoso (26 de junho de 2023)

Por fim, em abril (ou foi maio?) fiquei doente e acho que foi dengue. Foi horrível, tive febre como nunca tive antes e, basicamente, passei dias apenas existindo para dormir. Felizmente, me recuperei sem muitas complicações e agora passo bem.

Blog & vida online
Parte da parca quantidade de posts neste espaço nos últimos meses se deve à minha falta de identificação com o mesmo. Senti que precisava fazer algumas mudanças para me sentir mais motivada e espero que tenha encontrado a solução. Mudei o layout usando um dos modelos clássicos do Blogger e gostei do resultado; ficou com cara de blog das antigas e sinto que isso tira um pouco da pressão auto infligida para atualizar. Também achei necessária uma mudança no nome e agora o blog se chama a journal keeper. É uma mudança sutil, mas para mim fez toda a diferença. 
No que diz respeito aos meus outros espaços online, decidi desativar o meu blog literário porque não via mais sentido em continuar a manter um espaço em que basicamente replicava posts do Instagram. De forma geral, minha forma de compartilhar minhas leituras mudou bastante nos últimos anos, tenho optado por algo mais breve e pouco sério. Então, o perfil @michasreads já é o suficiente. Como gosto de seguir listas literárias e fazer desafios (de uns tempos pra cá, na velocidade de uma lesma!), criei o espaço readingchallenges14 para arquivar as minhas opiniões sobre essas leituras especificamente. É o mais próximo que cheguei de manter um caderno de leituras. A ideia é manter um registro pessoal, mas optei por deixar público porque pode ser de utilidade para alguém. 😊

Journaling
Minha rotina de jounaling não trouxe nada de muito diferente até o momento em 2024. Depois de dois cadernos A5, decidi mudar para B6 e acho que esse será o formato no qual devo seguir até o fim do ano. 

Journal atual, #25, tamanho B6; caneta Jinhao 82 na cor Milky e com ponta M. (19 de junho de 2024)

Tive algumas experiências desconfortáveis com canetas que resultaram em dores na mão e, por isso, tive uma fase de caneta gel (Pentel Energel <3), mas agora já voltei para as tinteiro e my one true love têm sido as Jinhao 82; já tenho quatro em tamanho normal e uma mini e não confirmo e nem nego que ontem tenha adquirido mais uma. Quando eu viro a louca do stationary, ninguém me segura. Entre as tintas, Royal Blue (Pelikan 4001) e Graphite (Diamine) são os maiores destaques. No momento, estou me registrando em marrom (mistura de Brilliant Brown e Brilliant Black, da Pelikan 4001).

Leituras
Ainda não recuperei o meu ritmo de leitura dos tempos de Youtube, mas acho que estou melhor do que nos últimos dois anos. No momento, estou apaixonadinha por uma série de cozy mystery disponível no Kindle Unlimited e na Audible chamada The Vampire Knitting Club que é basicamente whodunit com vampiros que gostam de fazer tricô na cidade de Oxford. 
Outras leituras que realizei nos últimos tempos e que merecem destaque são: A Canção de Aquiles e The Seven Deaths of Evelyn Hardcastle. Livros bem diferentes, mas que me ganharam e certamente estarão entre os favoritos do ano. 

Filmes & Séries
Sigo me atualizando na velocidade de Morla, a tartaruga anciã. Dos que assisti, destaco os últimos dois filmes da franquia Pânico, que trazem a Jenna Ortega. Slasher é um dos meus gêneros favoritos e realmente não tenho do que reclamar nesses filmes. Não sei o que será do futuro da série, mas aguardo ansiosamente mais uma sequência.

Tarot
Não tenho explorado muito o universo das cartas este ano, mas quando o faço uso o bom e velho sistema Rider Waite Smith. Dois decks se destacaram até o momento em 2024: Morgan-Greer Tarot (um dos primeiros que comprei e que adoro, mas não uso muito) e o Smith Waite Centennial Borderless (clássico, não tem erro).
Também aproveitei os últimos tempos para fazer com a minha coleção de baralhos o que já faço há anos com a de livros: me desapegar. Alguns já foram vendidos e outros seguem à venda. 
Outro ponto que merece destaque é que me aventurei ainda mais no território das personalizações de decks. Além de colorir as laterais, decidi cortar as bordas de alguns e é impressionante o efeito que isso causa em algumas cartas. As imagens ganham vida. Adorei o resultado no Robin Wood Tarot e no Tarô Mitológico e não vejo a hora de usar.

Música
Obviamente, Taylor Swift. A mulher lançou mais trinta e uma músicas, então é bastante coisa para assimilar. Três meses depois, ainda não sei dizer exatamente o que penso de The Tortured Poets Department além de que gostei. Não sei onde o álbum vai figurar no meu ranking da Taylor e nem se será um dos meus trabalhos favoritos, mas por enquanto, é o que eu mais tenho gostado de ouvir.
Achei o álbum principal mais coeso, mas acho que à longo prazo, as músicas de The Anthology (não todas) serão as que nunca vão sair da minha playlist.

No momento, o meu TOP 5 TTPD é o seguinte:
1 - The Albatross
2 - The Black Dog
3 - So Long London
4 - Peter
5 - But Daddy I Love Him

Também acho que é preciso falar da bridge de The Smallest Man Who Ever Lived, que já entrou para a  minha lista de bridges favoritas da Taylor. Sem dúvidas "I would've died for your sins, instead I just died inside" está do lado de "You kept me like a secret, but I kept you like an oath" na lista de letras impactantes e dolorosas. Ainda estou processando o fato de que o álbum é quase todo sobre o Matty Healy. A Taylor Swift é mesmo uma caixa de surpresas.

Além de Taylor Swift, também ouvi bastante essas músicas: 

1. Mercy Mirror (Within Temptation) - eu amo essa música e durante meses ela ficava no repeat.
2. My Songs Know What You Did In The Dark (Fall Out Boy) - nunca gostei de Fall Out Boy, mas essa música é boa demais e merece reconhecimento.
3. Fallen Angel (Gabrielle) - certa vez ouvi essa música no rádio e não consegui descobrir o nome; durante anos fiquei com a melodia do refrão na minha cabeça na esperança de que um dia eu fosse conseguir descobrir; demorou, mas consegui. Agora esta é uma das minhas músicas favoritas.
4. Mmmbop 2.0 (Hanson feat. Busted) - os irmãos Hanson regravaram o maior hit da carreira deles e essa versão é tudo o que eu sempre quis e muito mais. PERFEITA.
5. Don't Fear The Reaper (HIM) - essa também é uma das minhas músicas preferidas da vida e eu adoro esse cover. Não supera a original do Blue Öyster Cult, mas é bem boa.
6. Better With You (Simply Red) - ouvi aleatoriamente no rádio e me apaixonei imediatamente; é uma música gostosinha e que nunca enjoa.
7. Dynasty (MIIA) - ouvi em um shorts aleatório no Youtube e achei bem legal, com cara de trilha sonora de The Vampire Diaries; é provavelmente uma das que mais ouvi em 2024.
8. Always Been a Dreamer (Staffan Carlén) - adoro essa música! Ela é nostálgica, envolvente e gostosinha demais de ouvir!
9. One of Us (The Hooters) - outra música favorita e nunca havia ouvido essa versão. Não sabia que a Joan Osbourne não era a compositora, mas sim os caras dessa banda. É uma versão bem diferente, mas bem bonita.
10. Expresso (Sabrina Carpenter) - tenho a impressão de que todo mundo que está vivo em 2024 não vai conseguir escapar dessa música e acho justo. É hit e merece toda a atenção. Adorei e estou bem empolgada para o próximo álbum da Sabrina Carpenter.


E é isso, por hoje é só! Até o próximo post! 😉