- Não escutei todos os lançamentos de 2019.
- O post é sobre o que escutei em 2019 e, por isso, a retrospectiva irá incluir coisas que não foram lançadas durante o ano.
- Mais uma vez, as categorias estão um pouco diferentes das edições anteriores. Algumas sumiram, outras surgiram e algumas foram modificadas.
30 de dezembro de 2019
A trilha sonora do meu 2019 | RETROSPECTIVA 2019
28 de dezembro de 2019
O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger)
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| Esta leitura também faz parte do desafio The Rory Gilmore Reading Challenge. |
18 de dezembro de 2019
As músicas que (talvez) mais ouvi em 2019 | RETROSPECTIVA 2019
ME! (Taylor Swift feat. Brendon Urie)
Primeiro single do Lover, acho que acabou se tornando o greatest hit do meu 2019 mais pela saudade que estava de coisas novas da Taylor e pela empolgação pelo novo material do que pela música propriamente dita. Não que eu não tenha gostado de ME!, até porque adorei, só acho que música foi perdendo um pouco do brilho inicial depois que ouvi exaustivamente por semanas e, depois do lançamento do álbum, encontrei outras favoritas. Ainda assim, ouçam ME! pois é uma ótima música e eu adoro a participação do Brendon Urie.
Eu AMO essa música e realmente ouvi muito. Esse ano resolvi continuar me reconectando com The Rasmus e corri atrás do tempo perdido ouvindo todos os trabalhos lançados pela banda desde 2008. Foram muitas músicas novas descobertas que viraram favoritas, mas acho que nenhuma se tornou um vício como essa. Gosto que, mesmo em uma fase diferente, essa música remete um pouco ao som que tanto encantou meu eu adolescente. AMO DEMAIS que rola uma referência à letra de Shot. Adoro quando artistas dialogam com eles mesmo em momentos diferentes de suas carreiras. Obrigada pelo mimo, Lauri.
A balada gótica e trevosa - e minha favorita - do novo álbum da Avril. Amei essa música no momento que ouvi pela primeira vez e, desde então, sonhei com a possibilidade de se tornar um single. E o sonho virou realidade. Obrigada também pelo mimo, Avril. Gosto muito da letra com metáforas para falar de um relacionamento tóxico.
Lights Up (Harry Styles)
Amei o single de retorno do Harry, pois não aguentava mais de saudades dele e estava bem curiosa para saber o que viria no segundo álbum. A música não me decepcionou e acho que o que mais gosto nela é que ela foi crescendo para mim quanto mais eu a ouvia. Acho tudo nela feito com muito cuidado e a produção é ótima. A letra também é um ponto forte porque acho que aqui começamos a ter acesso à um lado mais vulnerável do Harry que não tínhamos conhecido até então.
Rescue (James Bay)
Oxygen (Dirty Heads)
Praia, verão, mar. O que mais eu posso pedir? Essa música é PERFEITA e me deixa na mais completa paz. Uma das minhas favoritas da vida.
Real Life (The Weeknd)
Uma das melhores músicas do The Weeknd. Como acontece com praticamente todas as músicas dele que já ouvi, aqui o que me ganhou foi a atmosfera. Adoro a batida, adoro a voz dele, adoro o refrão. Adoro tudo sobre essa música.
Cosas De La Vida (Eros Ramazzotti)
Porque eu adoro essa música, ouvi bastante em 2019 e ela merece estar nessa lista. Ouçam essa música, ela é ótima.
Observação (12/07/20): essa lista estava salva na minha pasta de rascunhos desde dezembro, mas só escrevi o post agora. Confesso que já tinha desistido de postar, mas mudei de ideia quando vi que a lista já estava pronta. Criei, meio que sem querer, essa tradição aqui no blog e pretendo manter de alguma forma. Nem que seja com posts escritos sete meses depois, rs.
6 de outubro de 2019
Lover (Taylor Swift, 2019) | TayloReview #02
Assim como praticamente todos os fãs do mundo, eu estava muito ansiosa para ouvir o novo álbum da Taylor Swift. Além da espera aparentemente infindável e da curiosidade natural, tinha também aquela expectativa inevitável: Lover é o sucessor de reputation, e era impossível não se perguntar qual seria o “próximo capítulo” da narrativa da nossa melhor amiga. Agora acho que já ouvi o suficiente do novo trabalho para finalmente compartilhar as minhas opiniões sobre ele.
🦋O contexto
Quando a Taylor começou a soltar alguns easter eggs, muita gente apostou que o próximo álbum seria mais “docinho”, rosa, com uma estética mais leve. E, naturalmente, os fãs também começaram a imaginar que finalmente teríamos um sucessor “direto” de 1989 — até porque quem acompanha a linha do tempo da Taylor sabe que reputation acabou se tornando, em certo sentido, um álbum “acidental”.
Ela costuma compor a partir da própria vida. Então, depois de 1989, seria plausível esperar um álbum que falasse sobre tudo o que ela viveu naquela fase… mas aí aconteceu o verão americano de 2016, e ela foi praticamente forçada a sumir do mapa. Como resultado, veio reputation no fim de 2017: uma era mais sombria, mais reservada e com ela bem afastada dos holofotes. Por isso, todos ficaram curiosos para entender o que viria depois.
Depois de mais de um mês ouvindo Lover exaustivamente, dá para concluir com 100% de certeza que este álbum é o extremo oposto do anterior. Ele de fato se aproxima muito mais do espírito de 1989 e soa, em vários momentos, como um sucessor daquela fase — embora eu não goste tanto de pensar assim, porque a era reputation também foi uma parte importante do caminho que trouxe Taylor até aqui Ainda assim, é válido destacar que é possível ouvir ecos das eras anteriores.
No geral, Lover é um álbum totalmente Taylor Swift: ele celebra cada fase, cada aspecto de sua personalidade, cada nuance de suas personas. Conseguimos enxergar uma Taylor prestes a completar 30 anos em paz consigo mesma. Gostei bastante do álbum, embora eu tenha algumas ressalvas.
🦋track by track
🦋Conclusão: valeu a espera?
- Cornelia Street
- Miss Americana & The Heartbreak Prince
- The Archer
- Death by a Thousand Cuts
- False God
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28 de agosto de 2019
HEY, KIDS! TAYLOR IS FUN!: uma playlist atualizada com as minhas músicas favoritas da Taylor Swift
6 de julho de 2019
road trippin': uma playlist para a estrada (julho/2019)
4 de junho de 2019
RELEITURA: A Noiva Fantasma (Yangsze Choo)
30 de maio de 2019
Se não eu, quem vai fazer você feliz? (Graziela Gonçalves)
24 de abril de 2019
A trilha sonora do meu 2018 | RETROSPECTIVA 2018
Disclaimer: acho importante frisar que 1) não escutei todos os lançamentos de 2018 e 2) o post é sobre o que escutei em 2018. Por isso, a retrospectiva irá incluir coisas que não necessariamente foram lançadas durante o ano. Mais uma vez, as categorias estão um pouco diferentes das edições anteriores e criei algumas novas. Agora, teremos um troféu Taylor Swift e um troféu Michael Jackson, já que ambos estão sempre na trilha sonora da minha vida e merecem demais essa minha homenagem.
Escutei pouco, mas gostei e quero prestigiar mais em 2019

Egypt Station (Paul McCartney, 2018). Não sabia que o Paul ia lançar álbum novo em 2018 e só descobri quando faltava pouco mais de um mês. Isso foi ótimo, pois não precisei esperar muito e não dei espaço para as expectativas - não que seja viável evitar expectativas em um caso como esse. Quando o álbum chegou, escutei intensamente no fim de semana do lançamento, assisti ao especial no Spotify e amei tudo (menos Back in Brazil, pois sem condições essa música) como se não houvesse amanhã. Aí, o baile seguiu e eu deixei pra lá. Uma pena, porque mesmo que eu não seja capaz de dizer se o álbum é genuinamente bom (tenho zero capacidade de exercer senso crítico com quem marcou minha vida desde a infância), ele é bem bom sim e merecia mais consideração de minha parte. Escutem. É nostálgico. Vale a pena.

The Weeknd. Olha, não tenho noção de quanto tempo faz desde que comecei a sentir que todo mundo conhecia The Weeknd e eu perdi as contas de quantas notas mentais escrevi para me lembrar de conferir qual era a dele. Além da inexplicável surpresa ao descobrir que se tratava de uma única pessoa - e não uma banda ou dupla, como poderia jurar que fosse -, cujo nome real é Abel Makkonen Tesfaye, fiquei maravilhada com as músicas, que têm uma sonoridade que, por falta de palavra melhor, irei chamar de única. É toda uma vibe, sabe? Tem que sentir. Felizmente, escutei apenas um dos seus cinco discos e tô bem empolgada para conhecer os outros, que pretendo economizar, pois sou exatamente esse tipo de pessoa.

Taylor Swift. Ser exaustivamente odiada, julgada e criticada por mais de um ano pelo mundo todo é horrível demais e minha melhor amiga famosa lidou com essa situação de forma magistral e louvável. Se em 2017 ela se manteve reclusa, não concedeu entrevistas e só deu as caras em videoclipes e imagens promocionais do reputation, em 2018 tudo isso foi potencializado. O que vimos foi uma artista talentosa, dedicada aos seus fãs, que ama o seu trabalho e é 100% profissional. Como resultado, ao invés de polêmicas na imprensa e na internet, veio uma das turnês mais lucrativas do ano, a presença constante nas paradas musicais e a Reputation Stadium Tour na Netflix (um baita presente de fim de ano para os fãs, diga-se de passagem). Ela pode até não ter se exposto, mas esteve em evidência na área em que atua, mostrando que é, sem sombra de dúvidas, um dos principais e mais poderosos nomes na indústria musical. Adoro essa faceta da Taylor, que me encheu de orgulho e inspiração em 2018. ♥

Shawn Mendes. Como sabemos, o moço flopou na minha vida em 2016, mas como adoro uma reviravolta, Shawn Mendes teve o seu arco de redenção. Não apenas amei o disco mais recente, como finalmente entendi o porquê de tanta gente gostar de suas músicas. Gente, é tudo muito apaixonante e não dá para não se render. Também gostaria de registrar que fiquei chocada ao descobrir que o jovem tem apenas 20 anos. Acho que tem um futuro promissor. Tô torcendo por você, Shawn!
sweetener (Ariana Grande, 2018). Logo que no tears left to cry foi lançada, fiquei bem empolgada pelo sucessor do Dangerous Woman (2016), um dos meus álbuns preferidos. Daí, veio the lights is coming, que achei péssima. Depois veio God is a woman, que é um baita musicão. Quando escutei o disco inteiro, fiquei com uma sensação mista de nossa-que-disco-bom-mas-nossa-que-disco-blergh, porque achei tudo bem desconexo e é quase como se fossem dois álbuns em um, com faixas mal distribuídas. Não sei se tive expectativas muito altas, ou se não compreendi direito o álbum e o tempo dirá que estou completamente errada (é possível que a vitória no Grammy 2019 já seja um indicativo disso...) . Contudo, não vou mentir, achei o álbum bem na média e bem diferente do que imaginava, definitivamente sem explorar todo o potencial da Ariana. Enfim, são questões. Ah, e tem essa capa também. Achei horrível.
As You Were (Liam Gallagher, 2017). Não que eu tivesse ignorado o disco quando foi lançado, mas só fui valorizar de verdade no ano passado. Depois de dois álbuns com o Beady Eye, banda que nunca gostei, parece que o Liam finalmente se encontrou em seu primeiro disco solo e o resultado é uma seleção de quinze faixas deliciosas, com a medida certa de nostalgia, com vibes gerais de anos 90 e menos especificamente de Oasis, de um jeito que dá para o Liam brilhar. Sem deixar de lado, claro, as referências aos Beatles e aos Rolling Stones. Pretendo escutar mais ao longo dos anos.
Até hoje acho que a maneira como cheguei até esse disco bem aleatória. Primeiro, porque o tipo de som não é exatamente o que eu costumo escutar. Segundo, porque não é como seu eu acompanhasse o trabalho do elenco de Supergirl. Acontece que KING GVPSY é o ator Mehcad Brooks e, por razões que desconheço, cheguei à sua carreira musical. Enfim, depois de curtir alguns singles fiquei na curiosidade para escutar o álbum todo e quando aconteceu, amei! Novamente, não sei explicar o porquê de ter gostado tanto, uma vez que o som é uma mistura de alguns estilos com música eletrônica (acho). O resultado é algo meio transcendental que me faz pensar em natureza, deserto, mar, algo místico e good vibes...sei lá. Talvez seja a voz do Mehcad mesmo. Realmente, não sei.
Faixas preferidas: Tears Away, Train, e Cigarettes and Red Wine.
Shawn Mendes (Shawn Mendes, 2018)
Faixas preferidas: In My Blood (que hino! e que acerto de faixa para abrir o disco! já chega com tudo!); Youth (mais uma vez, que hino!) e Perfectly Wrong (baladinha triste que faz a gente ficar triste também).
Electric Light (James Bay, 2018)
O James Bay é um dos meus cantores preferidos e sabendo que o Chaos and the Calm (2015) é um dos discos da minha vida, nem preciso dizer que tinha altas expectativas para seu sucessor. Se a minha única crítica em relação ao primeiro álbum é que o tempo todo prevalece uma sensação de que James não se sentia seguro para se soltar e mostrar todo o seu potencial, não dá pra dizer isso sobre Electric Light. Aqui a gente tem uma ideia bem real do tipo de artista que é o James Bay. Aqui, ele se permitiu arriscar e trouxe referências como David Bowie, Mika (!), Hozier e, sei lá, Justin Bieber (???), mas sem deixar de lado seu lado ~rockeiro~. No fim, o álbum funciona muito bem e é cheio de personalidade. Outro ponto que quero destacar é que parece que James está muito mais feliz e, como fã, fico feliz, pois o moço sofria demais no disco anterior. Tenho certeza de que mesmo já gostando muito do Electric Light, com o passar dos anos irei amar até que se torne um dos meus favoritos.
Faixas preferidas: Us, In My Head, Wanderlust, Sugar Drunk High e Stand Up.
A estreia de The Weeknd na trilha sonora da minha vida veio com o seu terceiro álbum. Gostaria de dizer algo profundo sobre o trabalho, mas a verdade é que Abel ganhou meu coração pela sonoridade geral de suas músicas combinada com sua voz MARAVILHOSA. Só depois é que fui perceber que as letras, além de melancólicas e chorosas, se mantém quase que totalmente na mesma temática da difícil vida de artista famoso que sofre muito, mas também transa muito. E bebe muito. E vai muito em festas. E tem muito dinheiro para gastar com carros. Enfim, quando percebi o conteúdo geral das músicas, já era tarde e o estrago estava feito. Sigo amando o álbum - e praticamente tudo que já escutei de The Weeknd - e torço muito para que o moço faça uso apenas de uma persona e que ele não sofra tanto quanto parece sofrer. Mas sério, escutem The Weeknd. É sim tudo isso que dizem por aí.
Faixas preferidas: Starboy, Ordinary Life e I Feel It Coming.
Invincible (Michael Jackson, 2001)
Faixas preferidas: Break of Dawn, Heaven Can Wait, You Rock My World, Speechless, The Lost Children (uma das músicas mais Michael Jackson do Michael Jackson, a alma dele tá aí) e Whatever Happens (essa música!, essa música!, essa música!).
MTV Unplugged: Scorpions In Athens (Scorpions, 2013)
Se 2018 foi o ano em que Scorpions finalmente aconteceu na trilha sonora da minha vida, a culpa é todinha desse álbum. Foram muitas as caminhadas em que esse acústico me acompanhou e posso dizer, sem dúvida alguma, que é uma das coisas mais belas que já ouvi. Mesmo conhecendo pouquíssimo do repertório da banda, sei o suficiente para dizer que é conhecida por fazer um som mais pesado e ~farofento~ de um jeito clássico. Por isso, adorei a repaginada das músicas com arranjos mais suaves. Verdade seja dita, eu adoro um álbum acústico e acho que jamais poderia não gostar desse dos Scorpions. O mais legal vai ser conhecer as versões originais de músicas que só escutei nesse registro ao vivo. Ah, além do show, a banda também lançou algumas versões acústicas gravadas em estúdio e, claro, ficaram lindas.
Faixas preferidas: Follow Your Heart, Send Me an Angel, Where the River Flows e Wind of Change - a participação do Morten Harket deixou a música ainda mais especial.
Faixas preferidas: TODAS, mas principalmente Empire (que música!), Black Days, Dragons into Dreams, Paradise e Teardrops.












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