31 de dezembro de 2021

A trilha sonora do meu 2021 | RETROSPECTIVA 2021 (parte 2)


É sempre bom lembrar que:
  1. Não escutei todos os lançamentos de 2021;
  2. O post é sobre o que eu escutei em 2021 e, por isso, irá incluir coisas que não foram lançadas durante o ano;
  3. As categorias estão diferentes das edições anteriores. Algumas sumiram, outras surgiram e algumas foram modificadas.
ARTISTAS

A descoberta do ano: Maneskin
O orgulhinho do ano: Taylor Swift
O reencontro do ano: Britney Spears e Marina
A voz do ano: Taylor Swift
O grupo do ano: B.A.P.

Bate-bola das músicas:


A primeira música do ano (ritual do shuffle): I Remember (Bang Yongguk)
A música do ano: All Too Well (10 Minute Version) (Taylor Swift)
A mais tocada do ano: Heartbreaker (Choice37 Remix) (G-DRAGON)
OS k-pops do ano: Heartbreaker (Choice37 Remix) (G-DRAGON); COMA (B.A.P); Intro: Never Mind (BTS); Thunderous (Stray Kids); Wake Me Up (B.A.P.); Juliette (SHINee); Atlantis (SHINee); Drunk - Dazed (ENHYPEN); 0X1=LOVESONG (TXT); Celebrity (IU); DHALIA ((G)-idle); Blueming (IU)
As good vibes do ano: 80's Movie (Nick Carter); Low Key In Love (The Struts feat. Paris Jackson); Low Low (TEN & YANGYANG); Feel So Good (B.A.P.)
O feat. do ano: Low Key in Love (The Struts feat. Paris Jackson)
Grata surpresa do ano: Zitti e Buoni (Maneskin); Mr. Perfectly Fine (Taylor Swift)
Resgatada pelo shuffle: I2I (Tevin Campbell e Rosie Gaines)
Troféu Taylor Swift 2021: All Too Well (10 Minute Version)
Troféu anos 80: Young Hearts (Commuter)
Músicas lançadas em 2021 que amei ouvir: Take My Breath (The Weeknd); Bad Habits (Ed Sheeran); Butter (BTS); Paint Me Naked (TEN); Shivers (Ed Sheeran); Save Your Tears (The Weeknd feat. Ariana Grande); Love (Sweet Love) (Little Mix); Flames (MOD SUN feat. Avril Lavigne); All Too Well (10 Minute Version) (Taylor Swift)
Músicas que não são de 2021, mas que amei conhecer esse ano: Someday (Michael Learns To Rock); Strange Days (The Struts feat. Robbie Williams); Bluebird (Miranda Lambert); I Want You (Savage Garden); Easy Silence (The Chicks); Swimming in The Stars (Britney Spears); Tô Vivão (Pe Lanza feat. Thomas); 17 Crimes (AFI); 
São questões: Permission to Dance (BTS)


ÁLBUNS


Escutei pouco, mas gostei e deveria ter prestigiado mais: Ancient Dreams in a Modern Land (Marina, 2021)
Achei que ia amar, mas foi só ok: = (Ed Sheeran, 2021)
Foi bom enquanto durou: SOUR (Olivia Rodrigo, 2021)
O EP que amei ouvir em 2021: Elo (Lu Andrade)
O álbum que não foi lançado em 2021, mas ouvi bastante durante o ano, virou favorito e álbum do ano: evermore (Taylor Swift)
Outros álbuns que amei ouvir em 2021: Fearless (Taylor's Version) (Taylor Swift, 2021); Red (Taylor's Version) (Taylor Swift, 2021)

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Post escrito em 2025 com a ajuda dos dados do Last.FM.


13 de dezembro de 2021

TOP 9: álbuns da Taylor Swift | TayloRanking #03

Ilustração criada com ChatGPT.


Hoje é aniversário da Taylor Swift, também conhecida como a minha artista favorita dos últimos anos, e para não deixar a data passar em branco aqui no blog, decidi fazer uma atualização do meu ranking dos álbuns dela. Gosto dessa ideia de mudar a lista de tempos em tempos, então é bem possível que o formato se repita no futuro. De qualquer forma, este é o meu TOP 10 Álbuns da Taylor Swift em 2021:

9° Taylor Swift (2006), também conhecido como Debut
👍Vantagens: é um debut sólido e envelheceu muito bem. Traz algumas das melhores músicas da Taylor.
👎Desvantagens: são os registros de uma menina de 16 anos falando do que viveu desde os 13. As letras são juvenis; bonitinhas, mas perdem o brilho perto dos trabalhos que vieram depois.
💚Faixas favoritas: Should've Said No; Teardrops On My Guitar; Tim  McGraw; Our Song; A Place In This World


8° Red (2012)
👍Vantagens: é um álbum sobre amadurecimento, sobre decepções que deixam cicatrizes e aprendizados. É cheio de dor, mas também de felicidade, liberdade e confusão. É o ultimate break up album, todas as músicas são carregadas de sentimentos. É o marco da amizade com o Ed Sheeran. É o filho favorito. Traz a melhor música da Taylor.
👎Desvantagens: é longo demais e algumas faixas são genuinamente chatas e poderiam sim ser substituídas pelas faixas bônus ou pelas que ficaram no cofre.
❤️Faixas favoritas: Red; Come Back... Be Here; Begin Again; I Knew You Were Trouble; The Lucky One 
🗝️Favoritas From The Vault: All Too Well (10 Minute Version); Babe; Better Man


7° evermore (2020)
👍Vantagens: apesar de se aproximar do álbum anterior (folklore), tem um brilho próprio. Aqui, Taylor retoma a narrativa sobre sua vida em algumas faixas. Ainda é um álbum de escape da realidade, mas parece ser mais leve, divertido e esperançoso.
👎Desvantagens: por ter sido lançado pouco tempo depois do folklore e poucos meses antes da regravação do Fearless, esse é um álbum que fica meio esquecido na discografia. Ele também tem uma das músicas recentes da Taylor que eu menos gostei: cowboy like me.
🤎Faixas favoritas: ivy; willow; no body, no crime; long story short; it's time to go


6° reputation (2017)
👍Vantagens: Taylor conseguiu reverter uma situação ruim ao retomar o controle de sua narrativa de forma louvável e entregando o que o público queria ver. O mais maravilhoso é que por baixo da persona, é possível ver a pessoa real que sempre estará lá para os seus fãs e qualquer pessoa que precise de suas músicas. Em termos técnicos, é o álbum com a melhor produção da discografia.
👎Desvantagens: pode ser meio confuso para quem não sabe o contexto em que surgiu. O álbum que saiu em 2017 é uma versão censurada, então só resta esperar o Taylor's Version. É provavelmente o filho que a Taylor nunca desejou, mas tenta amar de alguma forma.
🖤Faixas favoritas: Don't Blame Me, I Did Something Bad, Getaway Car, Call It What You Want, King of My Heart


5° Lover (2019)
👍Vantagens: este é um álbum sobre o amor e todas as suas formas e manifestações. Taylor estava prestes a completar 30 anos e o álbum é uma celebração de sua carreira, de sua vida e de tudo o que a torna única. É o álbum do amor próprio e de valorizar as coisas que realmente importam. É também o primeiro álbum propriedade total da Taylor.
👎Desvantagens: pode parecer mais do mesmo, um irmão do 1989; mas isso é só na superfície. Contudo, é um álbum longo e tem uma das músicas mais sem graça: It's Nice To Have a Friend.
🩷Faixas favoritas: Cornelia Street; Miss Americana & The Heartbreak Prince; Cruel Summer; The Man; Lover



4° Fearless (2008)
👍Vantagens: é o álbum que tornou a Taylor um sucesso internacional, a porta de entrada para muitos swifties. Fala sobre ser vulnerável de forma destemida quando se é adolescente. É um álbum lindo! É premiado também, o primeiro Album of The Year da carreira.
👎Desvantagens: não são muitas; acho só que é meio longo e algumas faixas bônus são dispensáveis. A versão original nunca chamou minha atenção, mas não sei se é desvantagem agora que tem a regravação.
💛Faixas favoritas: Fearless; Forever & Always (Piano's Version); Fifteen; You're Not Sorry; Love Story
🗝️Faixas From The Vault favoritas: Mr. Perfectly Fine; Don't You


3° 1989 (2014)
👍Vantagens: o marco da mudança de gênero musical, a estreia no pop e o nascimento da Taylor popstar. É também o álbum que me apresentou à ela, o segundo Album of The Year da carreira. É pop perfection e gosto de pensar que é um dos responsáveis pelo revival dos anos 80 na cultura pop na última década. O maior orgulho da Taylor.
👎Desvantagens: nenhuma, já que até as músicas dispensáveis se tornaram queridas na força do ódio. Esse álbum não conhece o fracasso, pois já nasceu destinado ao sucesso.
🩵Faixas favoritas: New Romantics; Style; Out of The Woods; Wish You Would; Wonderland


2° Speak Now (2010)
👍Vantagens: foi a primeira vez que a Taylor deliberadamente assumiu o controle de sua narrativa. Não só porque começou a rebater as críticas que recebia, mas também porque assinou todas as letras sozinha. Da era country, é o meu preferido e traz algumas das minhas músicas favoritas. Além de lindo, é bem cinematográfico.
👎Desvantagens: traz a música mais vergonhosa da carreira: Better Than Revenge. Já era constrangedora quando saiu e envelheceu mal. As faixas bônus são bem esquecíveis, com exceção de uma.
💜Faixas favoritas: Haunted; Long Liv; Enchanted; Sparks Fly; Back To December


1° folklore (2020)
👍Vantagens: o álbum da pandemia, o escape para o pesadelo do mundo real. Taylor, pela primeira vez, abandonando sua narrativa para deixar a sua imaginação falar mais alto e se revelar uma contadora de histórias. O terceiro Album of The Year, um quase retorno às raízes. O filho que a Taylor não planejou, mas se tornou o melhor de todos.
👎Desvantagens: nenhuma! O álbum é perfeito!
🩶Faixas favoritas: my tears ricochet; epiphany; exile; the last great american dynasty



10 de dezembro de 2021

As músicas que (talvez) mais ouvi em 2021 | RETROSPECTIVA 2021 (parte 1)


Depois que assisti um vídeo da tour do GD em 2017 que ele abre com essa versão de Heartbreaker, nunca mais quis ouvir a original. A guitarra faz toda a diferença.

evermore aconteceu para mim em 2021 (o que nem é tão estranho, considerando que o álbum saiu em dezembro do ano passado) e ivy se tornou rapidamente uma das minhas favoritas, o que justifica o porquê de ela ser uma das músicas que mais ouvi.

Desde que comecei a ouvir k-pop o B.A.P. chamou a minha atenção, mas só parei para ouvir mesmo este ano e percebi que estava certa em ter me interessado. E essa música é a prova necessária para explicar o motivo do grupo ser tão bom. Uma das minhas músicas favoritas de k-pop, sem dúvidas.

EU AMO ESSE SOLO DO SUGA! O único defeito é ser super curto. Meu sonho o BTS ou o Suga/August-D lançar algo nessa vibe.

Desde que assisti Karate Kid de novo em janeiro fiquei com essa música em loop nas minhas playlists e caminhadas, o que a tornou um dos principais hits do meus 2021. Não estou exagerando ao dizer que ela se tornou uma das minhas músicas favoritas da vida.

Essa música é lindinha! É muito fofa! Sempre que ouço fico feliz. Ah, e tem um quê atemporal nela, sabem? Recomendo.

Dando continuidade ao modo de sobrevivência durante o ano 2 de pandemia, essa música fez muito sentido, ainda que não tenha surgido neste contexto. Acho que precisei dessa vibe futurística de 2012 para sentir alguma esperança. Em todo caso,  a música é ótima! Animada na medida certa.

Primeira música que ouvi no ano, escolha do ritual do shuffle. Gostei da escolha, é uma música realmente muito boa e me faz sentir nostalgia por uma fase do k-pop que não vivi. Sei lá, tinha algo de muito especial na segunda geração, ou nos grupos/artistas entre gerações.

Recomendação da minha irmã, que resolveu explorar a discografia do SHINee em 2021 e achou que eu ia gostar dessa. E ela estava certa! Mas também preciso dizer que ainda não encontrei uma música ruim na discografia do grupo. Esta aqui me lembra muito Michael Jackson e isso é bom demais.

Não lembro mais a razão que me fez colocar essa música na minha playlist do ano, mas por esse motivo acabei ouvindo bastante durante as minhas caminhadas. Não me importo, pois gosto bastante dela; tem algo meio místico que adoro. Saudades da Britney.

Menção honrosa: 
Impossível deixar essa música de fora da lista, já que ela é o principal e maior (literalmente!) hit do ano. Só não ouvi mais porque ela foi lançada no meio do ano, mas tudo bem porque agora eu tenho o resto da minha vida para ouvir até não poder mais!

9 de outubro de 2021

COISAS QUE GOSTEI: Joyland (Stephen King)

Recentemente, os stories me lembraram que há 3 anos eu concluí a leitura de Joyland, do Stephen King. Na época, gostei tanto do livro que acabei por considerá-lo uma das melhores leituras daquele ano e desde então fico flertando com a possibilidade de uma releitura. O momento ainda não chegou, mas gosto de ficar folheando as páginas e lembrando de trechos que me marcaram. Hoje resolvi fazer uma listinha das coisas que mais gosto nesse livro.


🎡A capa
A gente até tenta não julgar um livro pela capa, mas é fato que esse é um fator importante quando vamos escolher o que ler, né? E essa capa foi a primeira coisa que me atraiu, até mais do que o autor. Adoro essa estética retrô que me faz pensar em cartaz de filme antigo. Acho que fica ainda mais legal depois de já saber a história.

🎡A narrativa
Não é segredo para ninguém que gosta do Stephen King a habilidade incrível que ele têm de prender o leitor às paginas e com esse livro não é diferente. Aqui, quem conta a história é o protagonista e ele nos envolve do início ao fim.

🎡História do passado
Eu disse que o protagonista é quem conta a história, né? Mas ele faz isso muitos anos depois, quando já está bem mais velho e decide recordar o início de sua vida adulta, quando trabalhou temporariamente em um parque de diversões.

🎡A ambientação
O cenário principal dessa história é o parque de diversões Joyland e durante toda a leitura eu conseguia me imaginar caminhando por suas atrações e brinquedos, encontrando os personagens e sentindo os cheiros do parque. É tudo bem cinematográfico e eu adoro.

🎡Um crime não solucionado
Na história, tem um crime que aconteceu há muitos anos no trem-fantasma e ninguém conseguiu solucionar, mas o protagonista vai tentar investigar à procura de uma solução.

🎡Tem fantasma
Mas é claro que tem um fantasma em uma história do Stephen King! Mas o que mais gosto aqui é que é uma história com fantasma, mas não necessariamente uma história de fantasma. Isso faz toda a diferença, já que assombração não é o ponto principal da história.

🎡Criança esperta
Um clichê que eu sempre gostei é o da criança esperta, muito comum nos filmes de Sessão da Tarde com os quais cresci. Não é todo mundo que sabe usar esse clichê, mas felizmente esse não é o caso do King. Aqui a gente conhece o Mike, que além de ser um garotinho adorável, também traz uma sabedoria e um jeito de enxergar a vida muito especiais e que o fazem parecer alguém bem mais velho, mas de um jeito coerente.

❤

4 de agosto de 2021

Before The Coffee Gets Cold (Toshikazu Kawaguchi) • BOOK REVIEW

Sinceramente, não consigo me lembrar com exatidão de como e nem quando ouvi falar sobre Before the Coffee Gets Cold, de Toshikazu Kawaguchi, pela primeira vez. Talvez tenha sido alguma recomendação do podcast Books Unbound. De acordo com o Goodreads, adicionei o livro à minha lista de leituras em dezembro de 2020 e, assim que vi que o livro estava em promoção na Loja Kindle no mês passado, comprei e comecei a ler no mesmo dia. E assim, meus caros, conheci um dos meus livros favoritos de 2021!


Sobre o que é?
É sobre uma cafeteria chamada Funiculi Funicula, localizada em Tóquio e que funciona há mais ou menos um século. Mas não é exatamente uma cafeteria convencional, apesar de desempenhar essa função também. Acontece que é possível viajar no tempo nessa cafeteria, tanto de forma metafórica, já que ela tem um ar mais retrô, quanto de forma mais literal. Existem algumas regras que precisam ser seguidas e a principal delas é que a viagem só dura o tempo que leva até o café esfriar na xícara e o viajante precisa se certificar de beber todo o café antes que ele esfrie, do contrário, algo pode dar muito errado. Assim, diante da pergunta o que você mudaria se pudesse voltar no tempo?, acompanhamos as histórias de quatro personagens: uma mulher que confronta um amor que a abandonou, uma esposa que recebe uma carta escrita por seu marido antes de ele ter sua memória afetada por Alzeimer, uma mulher que quer ver sua falecida irmã uma última vez, uma mãe que quer ver a filha que nunca conheceu. São histórias separadas, mas que se conectam por meio dos personagens e da cafeteria.

O que mais gostei?
A premissa realmente diferente de tudo o que já li. Gostei da ideia da viagem no tempo aparecer sem muita explicação, é uma coisa muito mais próxima da fantasia do que da ficção científica - há quem diga que é realismo mágico -, e que não tem a capacidade de mudar o presente, o que difere da maioria das histórias com essa temática. Não é possível corrigir algum erro com o intuito de obter uma realidade melhor no presente, as coisas no agora irão permanecer exatamente como estão e, justamente por isso, toda a ideia de viajar no tempo traz um atrativo distinto. Os personagens viajam no tempo porque precisam curar alguma ferida, ressignificar algum acontecimento, perdoar à si mesmos ou aos outros. É mais sobre revisitar o passado para poder seguir em frente no futuro. 

Gostei que a narrativa é bem envolvente e descritiva na medida certa, de forma que parece inserir o leitor no cenário. A sensação enquanto estamos lendo é a de que estamos sentados em uma das mesas da cafeteria enquanto assistimos o desenrolar das histórias. De forma geral, toda a atmosfera do livro me pareceu bastante palpável, ainda que completamente impossível de existir na realidade. Os personagens são bem realistas e é fácil de se identificar com seus conflitos, de se colocar em seus lugares. Durante toda a leitura fiquei questionando o que eu faria se estivesse na mesma situação que eles, se minhas reações seriam as mesmas ou completamente diferentes. 

O que pode ser motivo para não gostar?
Talvez o fato de que não temos muitas explicações sobre o porquê de a viagem no tempo acontecer, como ela é possível, qual é a razão de só acontecer na cafeteria Funiculi Funicula. Tem também as regras que precisam ser seguidas, mas que podem não fazer muito sentido se pensarmos de forma mais racional. Acho que o leitor que busca explicações lógicas para os elementos mais fantásticos pode ficar meio frustrado. É necessário ter em mente que essas histórias não são sobre viagem no tempo, ainda que este seja um elemento importante.

Recomendo para quem?
Para quem busca leituras leves e aconchegantes, mas que também tragam um pouco de drama e momentos emocionantes. Para quem gosta da temática viagem no tempo e todas as suas possibilidades. Para quem gosta de histórias ambientadas em cafeterias ou que tragam esse tipo de estabelecimento. Para quem busca uma leitura descontraída e envolvente na medida certa para um fim de semana. Para quem gosta de café. 

Considerações finais
Existe uma continuação, Before the Coffee Gets Cold: Tales from the Café, e eu já adicionei na minha lista de futuras leituras. Infelizmente, ainda não existem traduções para o português de nenhum dos dois livros.