30 de janeiro de 2023

MEUS DECKS DE TAROT FAVORITOS EM 2022 | RETROSPECTIVA 2022

Apesar de já estarmos chegando ao final do primeiro mês de 2023, hoje estou aqui para falar dos meus decks de tarot favoritos do ano passado.


5º The Halloween Tarot (Kipling West - U.S. Games)



Só tenho elogios à esse deck! A qualidade das cartas é ótima e adoro as ilustrações com jeito de desenho animado. São divertidas, meio caricatas e me deixaram nostálgica de certa forma. O deck foi criado nos anos 90, então deve ter algo a ver com isso. Gostei muito da ideia de fazer uma releitura (jeito chique de chamar um clone) do Rider Waite Smith na terra do Halloween, com suas cabeças de abóboras, seus diabinhos, morceguinhos e fantasminhas. Por ser um deck temático, já sabia que nosso relacionamento seria curto, de apenas um mês. Mas não vejo a hora de me reencontrar com essas cartas e seus personagens excêntricos no próximo mês de outubro!

4º The Original Rider Waite Tarot (Arthur E. Waite & Pamela Colman Smith - U.S. Games)



Foi usando esse deck que descobri que o RWS é o meu sistema favorito, e em uma situação de fim do mundo são as ilustrações de Pamela Colman Smith que quero como companhia. A coloração meio esverdeada das imagens me fez ter a sensação de que estou me conectando com outra época, acessando alguma sabedoria antiga. Dos decks com esse efeito "envelhecido", talvez esse seja o meu favorito e sinto que irei usar muito essas cartas nos próximos anos... mas em 2023 elas vão aguardar, porque senti saudades do Radiant Wise Spirit (um dos meus em 2021) e decidi torná-lo o RWS de 2023, rs.

3º Crystal Visions Tarot (Jennifer Galasso - U.S. Games)



Algo nos tons de lilás e rosa me atraíram demais para esse deck, que estava na minha lista de desejos desde 2021. Descobri que a criadora se inspirou, em partes, na coletânea Crystal Visions, da Stevie Nicks e saber essa informação me fez gostar ainda mais das cartas. Este é um deck delicado e místico, mágico. As ilustrações parecem saídas de um livro de fantasia com ares de contos de fadas. Ainda falando da Stevie Nicks, o naipe de copas parece ambientado no cenário da capa do álbum Tango In The Night, lançado pelo Fleetwood Mac em 1987. Assim que devolvi o deck para a estante, depois de um mês em sua companhia, já sabia que iríamos nos reencontrar e estou ansiosa por esse momento.

2º Everyday Witch Tarot / Diário de uma bruxa (Deborah Blake & Elisabeth Alba - Ísis)


Meu deck favorito! Claro que não poderia deixar de fora da lista, até porque esse foi o deck que mais me fez companhia em 2022. Só guardei em outubro porque achei justo que o Halloween Tarot tivesse a sua chance de brilhar sozinho durante o mês. Tudo o que disse sobre o Everyday Witch em 2021 permanece e, na verdade, apenas aumentou. Essas são cartas que entendo tão bem que sinto que não preciso me esforçar para interpretar. É realmente intuitivo. 

Em 2023 quero dedicar minha atenção para os decks que ainda não usei ou que usei pouco, mas sei que não vou resistir e irei passar um tempo na companhia dessas cartas que amo tanto. E estou bem empolgada para quando o momento chegar <3

1º Tarot of The Sweet Twilight (Cristina Benintende - Lo Scarabeo)



Esse foi um deck que resolvi comprar apenas porque estava em promoção na Amazon e algo na caixinha chamou a minha atenção. Eu realmente não tinha como adivinhar que iria encontrar um verdadeiro tesouro. Talvez esse seja, como dizem os gringos, o meu soul deck. Essas cartas seguem um sistema próprio que até agora não entendi muito bem, então só me resta ler de forma intuitiva misturando algum conhecimento adquirido desde que comecei a me interessar pelo tarot. A estética geral meio Tim Burton não é exatamente o meu eu atual, mas fala totalmente com meu eu adolescente e eu amei demais perceber isso. É esquisito, é dramático, é melancólico e é super emo. Amei!

❤

31 de dezembro de 2022

A trilha sonora do meu 2022 | RETROSPECTIVA 2022

 É sempre bom lembrar que:

  1. Não escutei todos os lançamentos de 2022;
  2. O post é sobre o que eu escutei em 2022 e, por isso, irá incluir coisas que não foram lançadas durante o ano;
  3. As categorias estão diferentes das edições anteriores. Algumas sumiram, outras surgiram e algumas foram modificadas.

A descoberta do ano: THRILLCHASER
O orgulhinho do ano: J-Hope
O reencontro do ano: Di Ferrero      
A voz do ano:  Taylor Swift
O grupo do ano: Stray Kids

Bate-bola das músicas:


A primeira música do ano (ritual do shuffle):
Back To December (Taylor Swift)
A música do ano: Still Life (Bigbang)
A mais tocada durante o ano: Quit It! (THRILLCHASER)
Os k-pops do ano: Maniac (Stray Kids); Lonely St. (Stray Kids); Still Life (BIGBANG); Excuse Me (B.A.P.); Blessed-Cursed (ENHYPEN); Good Boy Gone Bad (TOMORROW X TOGETHER); Dear Sputnik (TOMORROW X TOGETHER); Thursday's Child Has Far To Go (TOMORROW X TOGETHER); TOMBOY ((G)-IDLE); TOP - "Tower Of God" OP (Stray Kids); Make it (2PM); More (J-Hope)
As good vibes do ano: MAGIC (TOMORROW X TOGETHER); Taylor Swift (Matt Cooper); Peru (Acoustic) (Fireboy DML feat. Ed Sheeran); Give a Little Love (Ziggy Marley & The Melody Makers); CAFE (Bigbang); Left and Right (Charlie Puth feat. Jung Kook); Dreamers (Jung Kook feat. Fahad Al Kubaisi); Coca-Cola (The Kiffness feat. Faisan)
Os feats. do ano: Left and Right (Charlie Puth feat. Jung Kook); UM BRINDE (Di Ferrero feat. Badauí); Anti-Hero (Taylor Swift feat. Bleachers); Dreamers (Jung Kook feat. Fahad Al Kubaisi)
O cover do ano: If I Can Dream (Maneskin)
O cover que não foi lançado em 2022, mas que amei conhecer: Don't Fear The Reaper (HIM)
Grata surpresa do ano: Block me out (Gracie Abrams); DREAM LIKE ME (Crowd Lu feat. The Black Skirts)
Resgatada pelo shuffle: NUMB / ENCORE (JAY-Z, Linkin Park)
Chegou no fim do ano, mas ganhou meu coração mesmo assim: Nothing is Lost (You Give Me Strenght) (The Weeknd)
Troféu Taylor Swift 2022: Would've Could've Should've 
Troféu algoritmo 2022: Fantasy (THRILLCHASER)
Músicas lançadas em 2022 e que amei ouvir: SUPERMODEL (Maneskin); City Nights (Genie The Band); Jezebel (The Rasmus); As It Was (Harry Styles); Block me out (Gracie Abrams); DREAM LIKE ME (Crowd Lu feat. The Black Skirts); Yet To Come (BTS); CIRCUS (Stray Kids); Birthday (TEN)
Músicas que não são de 2022, mas que amei conhecer e ouvir: Red Lights (Stray Kids); Levanter (Stray Kids); Destiny (MAMAMOO); Runaway (EXO); Happier Than Ever (Billie Eilish); Dream of Me (The Winters); Let's Live For Today (The Grass Roots); Joyride (Roxette)

A playlist do ano: DAILY K-POP

ÁLBUNS


Escutei pouco, mas gostei e deveria ter prestigiado mais: Harry's House (Harry Styles, 2022); Jack in the box (J-Hope, 2022)
Achei que ia amar, mas foi só ok: Dawn FM (The Weeknd, 2022)
Foi bom enquanto durou: Solar Power (Lorde, 2021)
Aquele que voltou para aquecer o meu coração: evermore (Taylor Swift, 2020)
Os mini albuns/EPs que amei ouvir em 2022: Oddinary (Stray Kids); minisode 2: Thursday's Child (TOMORROW X TOGETHER)
O álbum que não foi lançado em 2022, mas ouvi bastante durante o ano e virou um favorito favorito: The Chaos Chapter: Fight or Escape (TOMORROW X TOGETHER, 2021)
O (melhor) álbum do ano: Midnights (3am) (Taylor Swift, 2022)

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Post escrito em 2025 com a ajuda dos dados do Last.FM.

10 de dezembro de 2022

As músicas que (talvez) mais ouvi em 2022 | RETROSPECTIVA 2022


Descobri a banda graças ao algoritmo do Instagram e só agradeço, porque acabei encontrando um dos meus artistas favoritos do ano e essa música, apesar de ser uma versão mais antiga do que a lançada em 2022, ganhou o meu coração e virou favorita. A prova está justamente no fato de chegar na trilha sonora da minha vida só em agosto e ainda assim conseguir se tornar a mais ouvida do ano!

Toda vez que a Taylor lança álbum novo fico na expectativa de descobrir novas músicas favoritas e com Midnights não foi diferente, apesar de ter sido mais difícil em relação aos lançamentos anteriores, já que eu amei esse trabalho e várias faixas se tornaram favoritas imediatas. Porém, há algo de especial em Maroon. Acho que é o aspecto narrativo da letra, que faz passar um filme na minha mente enquanto ouço e imagino as cenas descritas. Referências à cores são uma marca das letras mais icônicas da Taylor e, dessa vez, gosto de que ela traz uma cor diferente, mas que se relaciona de alguma forma com outras que já apareceram no lore swiftie (afinal, marrom surge a partir de vermelho, né?). Ah, sim, e a bridge, apesar de simples e direta, é uma das mais perfeitas da obra da Taylor Swift. Ah, eu amo essa música!

Desde que me aventurei pelas terras do k-pop, a banda que mais mexeu comigo foi o Bigbang e, desde então, integrei o número enorme de fãs que aguardavam alguma novidade depois de cinco anos de pausa, alistamentos militares, escândalos e alterações na formação. Infelizmente, Still Life não foi exatamente um comeback, mas a música de despedida (pausa?) que todos precisávamos. Ela é tudo que queria e mais; é bonita, melancólica e com ar de clássico. AMEI.

Stray Kids foi o meu grupo favorito de k-pop em 2022 e essa música, apesar de não ter sido lançada este ano, logo se tornou uma favorita, principalmente para meus momentos de treino. Aliás, uma das características mais marcantes do grupo é justamente músicas cheias de energia. TOP foi feita para a trilha sonora de um anime, que não assisti mas só pela música fico curiosa.

Ressuscitada pelo shuffle enquanto eu fazia uma caminhada e responsável por vários sentimentos nostálgicos que senti ao longo do ano. Essa música me fez perceber como foi bom ser adolescente nos anos 2000 e poder assistir MTV e descobrir tantas músicas boas. Numb/Encore era um greatest hit na minha época de ensino médio e sinto que depois daquela época poucas músicas se tornaram unanimidade em grupos de jovens de diferentes tribos. Saudades, anos 2000.

Primeiro single no álbum mais recente da banda! Entrou na minha playlist do ano logo que foi lançada e não saiu mais. Adorei!

Essa é uma música que foi lançada primeiro em japonês, há alguns anos. A versão coreana chegou em 2020 e tenho a sensação de que não prestigiei o suficiente porque ela ficou ofuscada por outros lançamentos de k-pop naquele ano, incluindo do próprio TAEMIN. Em todo caso, antes tarde do que nunca, não? Eu amo essa música, acho até que é a minha favorita do artista!

TXT é aquele grupo de k-pop que nem me preocupo com o que vou pensar de um lançamento porque já sei que vou gostar. Esse é um grupo que parece programado para nunca dar errado e eu amo isso. Eles são perfeitinhos demais, talentosos demais e essa música é pura nostalgia anos 80. Ah, sim, e fortemente influenciada por Blinding Lights (outro ícone!).

B.AP. é um grupo que está em hiato (?) desde 2017 e, justamente por isso, vou degustando aos poucos. Sem dúvidas, é um dos meus favoritos do k-pop e, às vezes, tenho a sensação de que se tivesse entrado nesse universo antes, as chances do grupo se tornar o meu favorito seriam bem altas. Mesmo sendo um grupo da terceira geração, ele ainda tem algo que remete bastante à segunda (a minha favorita) e isso é tudo para mim! Essa música é ótima e eu adoro o clipe (infelizmente, só tem da versão japonesa).

Não dei muita bola para o álbum mais recente da Lorde no ano passado, mas ele teve sua chance de brilhar na minha vida em 2022 e Mood Ring logo se tornou uma favorita que ouvi bastante. Adoro a letra e o deboche ao millennial místico (não julgo, pois também sou).

***

Menção honrosa: 
Porque o algoritmo do Instagram me apresentou e, depois que eu coloquei na playlist de caminhada, devo ter escutado todos os dias.

20 de novembro de 2022

Midnights (Taylor Swift, 2022) | TayloReview #04

Faz um mês que a Taylor Swift lançou o seu décimo álbum de estúdio, Midnights, e faz também um mês que o álbum não sai do repeat; não sei mais como era não ter essas músicas na trilha sonora da minha vida e como parte da minha playlist de músicas favoritas da Taylor. 


Ainda não sei se o álbum será o meu favorito da faceta pop dela, mas tem grandes chances de ficar em um Top 2. Acho que o que eu mais gostei em Midnights foi a forma que a Taylor encontrou para amarrar toda a sua narrativa até o momento. Adorei o conceito noites de insônia e a ideia de revisitar esses momentos com um olhar atual e mais maduro. O jeito que ela vai nos conduzindo por meio da narrativa é, mais uma vez, mágico; a gente consegue visualizar as cenas e sentir suas emoções. Analisando o álbum dentro da discografia, parece uma progressão natural do que ela já vinha fazendo, mesmo que a gente demore um pouco para perceber.

Praticamente todo Swiftie vai dizer que Midnights é o filho do 1989 com o reputation, e eu concordo. Mas acho que não dá para ignorar a influência de folklorevermore, principalmente na forma como ela construiu suas letras, sem contar as temáticas que se repetem em algumas músicas. A libertação criativa que a Taylor se permitiu em 2020 fez muito bem para ela e para sua obra. Ah, sim, e como a própria Taylor deixa claro no álbum, ela é uma mastermind e, justamente por isso, não dá para ignorar o enorme buzz que ela já está gerando para as próximas regravações ao falar de alguns de seus romances e frustrações passados. Acho que ela vai usar tudo aquilo que usaram contra ela para diminuir o seu trabalho como munição para alavancar as próximas Taylor's Version e, sinceramente, acho que ela vai conseguir.

Pontos altos: Would've, Could've, Should've; a clara influência de Michael Jackson em Lavender Haze; as músicas sobre Haylor; a vulnerabilidade de Anti - Hero.

Pontos baixos: colocar a Lana Del Rey (!!!!) para fazer backing vocal e ter a audácia de chamar isso de feat. Taylor, eu te amo, mas isso não dá pra defender.

Faixas favoritas: Would've, Could've, Should've, Maroon, The Great War, Midnight Rain, Lavender Haze. 

♥

10 de setembro de 2022

evermore (Taylor Swift, 2020) | TayloReview #03


Até hoje não sei dizer o que penso deste álbum, além do fato de que gosto dele. Achei incrível que, perto de seu aniversário, Taylor Swift tenha aparecido com (mais) uma surpresa para os fãs; um belo presente de natal! Como swiftie, não tenho do que reclamar, pois ainda não encontrei outro artista que goste tanto de mimar os fãs como ela. De fato, Taylor tem nos presenteado com belas canções que se tornaram trilha sonora de nossas vidas há anos e em 2020 ela se superou com dois álbuns experimentando um som bem diferente de seus trabalhos anteriores. Acho que agora o céu é o limite para ela, já que consigo imaginá-la mergulhando em qualquer estilo daqui pra frente.

Sobre o evermore, a própria Taylor explica que enxerga as faixas como irmãs das que estão no folklore; são parecidas, mas não são iguais; e depois de um tempo ouvindo com atenção, é possível entender o que ela quis dizer. Os projetos foram feitos pelo mesmo time e a partir do mesmo tipo de processo criativo, mas a atmosfera é sim diferente. Em evermore, assim como em Lover, consegui ouvir todas as Taylors combinadas em uma só e achei isso incrível demais!

O que mais me encantou ao ouvir o álbum foi perceber pela sonoridade das músicas que, enquanto ela trabalhava no evermore, Taylor também trabalhava na regravação do Fearless. No meio das músicas melancólicas e oníricas que parecem ter nascido em uma cabana no meio do mato é possível ouvir os ecos da voz da adolescente cheia de vida que começou a realizar o seu sonho em Nashville como uma das artistas mais promissoras do country enquanto navegava pelas angústias e alegrias da adolescência.

Acho que, justamente por ter sido criado após o lançamento do folklore e junto com o Fearless (Taylor's Version), evermore veio liberto do peso angustiante e sofrido de seu antecessor e já de braços abertos para toda a magia ingênua e doce da Taylor de 18 anos. No fim, encontramos uma mistura de melancolia e nostalgia permeada por romances trágicos, aprendizados, despedidas e até assassinato! Há algo de sombrio em evermore, até mais que em folklore, mas também tem leveza e sentimentos bonitos, como a saudade de quem já se foi e também o sentimento que a Taylor sabe abordar como ninguém: o amor. Aqui tem amor não correspondido, amor proibido, amor por quem está do seu lado, amor por quem não está mais entre nós e também o amor próprio.

Assim como em folklore, aqui a Taylor também deixa a sua imaginação divagar, criando histórias e escrevendo sobre vidas que não são suas. Porém, em evermore ela também retorna à narrativa de sua vida e é claro o momento em que ela está falando de si, de suas vivências e seus sentimentos. Se os álbuns de 2020 tivessem sido um surto, ela já teria tudo sob controle para retornar ao Lover. Mas como ela é louca e pensa tudo com muita antecedência, ela também linkou o trabalho com Fearless, de forma que folklore e evermore ficam como um universo paralelo no Taylorverse, uma pausa para escapar da realidade e mergulhar em outras histórias. São álbuns que eu gosto de enxergar como coletâneas de contos que a Taylor escreveu quando estava com bloqueio criativo ao escrever seu romance principal.

E, com isso, não quero dizer que os álbuns sejam obras inferiores; acho até que serão os trabalhos pelos quais ela será mais lembrada no futuro. E, talvez, aqui esteja o meu único lamento quando penso no evermore: já que ele parece ter ficado à sombra dos trabalhos que vieram antes e depois, pode acabar meio esquecido. Uma pena, pois é um álbum lindo.

🍁Faixas preferidas: willow, ivy, it's time to go, no body, no crime, long story short, marjorie.

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Post originalmente escrito em setembro de 2021.